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29/06/2009 - 16:40

Positivo vende 66 mil Mobo

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Fiquei sabendo durante o fim de semana que a Positivo Informática já vendeu mais de 66 mil unidades de seus “netbooks” da linha Mobo, desde o lançamento do primeiro modelo no mercado nacional, em maio do ano passado.

Nada mal para uma máquina que, quando lançada, foi desdenhada como “fraca”. Sim, ele era limitado (2 GB de espaço em disco, tela de 7 polegadas a 800 x 480 pixels, processador de 900 MHz), mas seus principais apelos, o preço (originalmente R$ 999, hoje pode ser encontrado por menos) e a mobilidade, conquistaram os consumidores. Promoções incessantes em grandes redes varejistas apresentaram a marca ao grande público, a despencada no preço dos pendrives resolveu o problema do espaço em disco, e o resto é história.

Mas acredito que o principal legado do Mobo foi ter aberto o mercado nacional para os netbooks. Antes dele, havia apenas o ASUS EeePC original (tão limitado quanto), difícil de encontrar e, quando encontrado, mais caro. Com o sucesso do Mobo os fabricantes começaram a olhar para cá, e mesmo os consumidores que não eram atendidos pelo modelo original começaram a procurar alternativas.

Como resultado hoje temos netbooks da ASUS, Dell, HP, Lenovo, Acer, Positivo, CCE, Philips, Semp Toshiba, Intelbrás e muitas outras marcas nas lojas. Há opções para todos os gostos e bolsos. Por isso eu digo: longa vida ao Mobo, e aos netbooks em geral!

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26/06/2009 - 10:38

Você acha os netbooks pequenos?

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MID mbook M1, da sul-coreana UMID

Se você já acha os netbooks pequenos demais, prepare-se para o que vem por aí. Andando pelas salas do Intel Editor’s Day em Maceió, Alagoas, encontrei algo ainda menor.

A máquina debaixo na foto é um netbook Lenovo IdeaPad S10 com tela de 10 polegadas. A de cima é um MID (Mobile Internet Device) “mbook M1”, da Coreana UMID, trazido para demonstrações.

Tem processador Atom de 1.3 GHz, 512 MB de RAM, 16 ou 32 GB de espaço em disco (SSD), Wi-Fi, Bluetooth e tudo o mais. A tela é de 4.8 polegadas, com resolução de 1024 x 600 pixels (a mesma do Lenovo). Segundo o fabricante, a bateria aguenta até seis horas de uso contínuo.

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09/01/2009 - 07:46

“Portátil” pra jogar a sério

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Conversando com alguns executivos no stand da HP, fui inesperadamente apresentado a um monstro. É o “HP Firefly” um “portátil” projetado especificamente para o máximo desempenho em jogos. A máquina é uma versão “pra viagem” de outra máquina da HP, o Firebird, desenvolvido pela equipe da Voodoo PC (que foi adquirida pela HP em meados de 2008).

Coloco a palavra portátil entre aspas para não dar a idéia de algo pequeno, leve e fácil de carregar: ele não é nada disso. Ele é um “desktop replacement”, ou seja, uma máquina que pode substituir seu PC de mesa, sem que você tenha que abrir mão de nada.

O Firefly tem que ser enorme para acomodar tudo o que tem lá dentro: um processador Intel Core 2 Quad de 2.4 GHz (para desktops), 4 GB de RAM e duas placas de vídeo ATI Radeon Mobility 3870 trabalhando em CrossFire (ou seja, juntas), além de um monitor de 17 polegadas, monitor secundário de 4 polegadas (um abaixo do outro), trackpad multi-touch, teclado especial com 10 teclas de função programáveis e um sistema de som com subwoofer integrado no apoio de pulso.

A fonte de alimentação, sozinha, pesa cerca de 1,2 quilos, mais que o novo netbook da HP, o Mini 1000. A máquina pesa quase sete. Não me informaram a autonomia da bateria (sim, ele tem uma bateria), mas o executivo brincou chamando ela de “no-break”, dando a entender que não dura muito. A máquina é um conceito, uma espécie de “lição de casa” que foi dada ao departamento de engenharia da HP, e não tem preço ou data para chegar ao mercado.

Autor: - Categoria(s): evento, hardware, noticia Tags: , , , , ,
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