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11/08/2009 - 13:49

Celulares ainda não substituem as câmeras digitais

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Durante a coletiva de abertura da PhotoImageBrazil 2009 Alex Deli Ivanov, gerente de negocios da empresa de consultoria GfK, divulgou alguns números interessantes que contrariam a noção de que os telefones celulares irão “matar” as câmeras digitais dedicadas. A verdade é que, pelo menos por enquanto, as câmeras estão na frente.

É verdade que em volume os celulares dispararam. Afinal, topo celular moderno tem uma câmera embutida, mesmo que ela não seja o principal foco do aparelho. Segundo números da GfK, no mercado mundial de dispositivos de captura de imagem os telefones celulares com câmera (camphones) respondem por 85% do volume de aparelhos comercializados, enquanto as câmeras ficam com 13%.

Entretanto, em termos de capacidade e recursos, as câmeras ainda lideram: a maioria esmagadora dos camphones vendidos no Brasil ainda tem câmeras VGA, e só 6% tem câmeras de 5 MP ou mais, capazes de concorrer com as câmeras  digitais. Ainda assim, a maioria das câmeras vendidas no país (35% do mercado) tem resolução entre 8 e 9 megapixels. E há ainda o fator preço: um celular equipado com uma câmera de 3 MP custa em média R$ 770, e com esse valor é possível comprar uma câmera de 10 MP de boa qualidade.

Por fim, um dado curioso: o mercado de SLR (Single Lens Reflex, as câmeras “profissionais”) no Brasil, e em geral na América Latina, é minúsculo: menos de 1% do total, em contraste com 8 a 9% no mercado mundial. Preço e até mesmo a segurança (medo de assaltos) são alguns dos fatores que inibem a adoção destes modelos mais sofisticados.

A PhotoImageBrazil 2009 acontece entre 11 a 13 de Agosto das 14:00 às 21:00 no centro de exposições imigrantes, em São Paulo. A feira é voltada aos profissionais da indústria de imagem, e a entrada de menores de 16 anos, mesmo acompanhados, é proibida. Mais informações sobre a feirsa e o credenciamento estão disponíveis no site oficial.

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29/06/2009 - 16:16

Intel simplifica marcas e facilita escolha

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Vamos ser francos: comprar um computador não é fácil, e os fabricantes não ajudam. Na hora de assinar o cheque qualquer um corre o risco de ficar louco tentando entender a diferença entre um Core Duo e um Core 2 Duo, sem falar nos números de modelos: será que existe um consumidor sequer que realmente entenda a diferença entre um Core 2 Duo E4300 e um Core 2 Duo E6300?

Felizmente a Intel decidiu facilitar nossas vidas e anunciou recentemente uma simplificação de sua linha de produtos. A empresa vai abandonar a família Core 2 e denominações como Core 2 Solo, Core 2 Duo e Core 2 Quad, em favor de uma estrutura de três níveis: os processadores Intel Core i3, Intel Core i5 e Intel Core i7.

Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel Brasil, me explicou a estratégia em um papo durante o Intel Editor’s Day, que aconteceu entre os dias 25 e 28 de Junho em Maceió: depois da consolidação das marcas, que deve estar completa em 2010, a linha ficará dividida em Celeron, o modelo de entrada para máquinas mais básicas e baratas, o Pentium Dual para PCs um pouco mais sofisticados e a família Core, para as máquinas “topo de linha”.

Nessa família, os processadores Core i3 serão o modelo de entrada. Na sequência vem os Core i5, e no topo da escala os Core i7. Os nomes não representam de forma alguma uma divisão por tipo de produto: poderemos ter notebooks com processadores Core i7 e desktops com Core i3. Ordenando do mais básico ao mais sofisticado a linha de produtos da Intel dica assim: Celeron -> Pentium Dual -> Core i3 -> Core i5 -> Core i7.

É exatamente o que a Audi faz com seus carros. O A3 é o modelo de luxo mais barato, o A5 é o intermediário e o A7 é o topo de linha. E para ajudar na escolha entre processadores de uma mesma família, a Intel também está adotando um sistema de “estrelas” para comunicar ao consumidor, de forma mais visível, as características de cada modelo.

Ao comparar duas máquinas semelhantes, ele saberá que pode esperar mais de um modelo com um Core i3 quatro estrelas do que de um Core i3 três estrelas. Mas atenção: elas não indicam o desempenho do processador, mas sim seu conjunto de recursos: quando mais estrelas, mais completo ele é. As estrelinhas não estarão presentes em etiquetas no produto (computador) em si, mas serão usadas em campanhas online e publicidade.

Até a consolidação da linha, os modelos de processadores da atual família Core 2 continuam no mercado. Os novos processadores Core i3 e Core i5 devem chegar ao mercado mundial em setembro deste ano.

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