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14/10/2009 - 12:42

O “hiPhone” também veio à Futurecom

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Quando fui retirar minha credencial para a Futurecom, notei que as placas estavam escritas em três idiomas: português, inglês e chinês. Achei estranho, mas logo entendi o motivo: além de multinacionais chinesas conceituadas, como a ZTE e Huawei, também há vários “fabricantes” menores ocupando pequenos stands para vender seus produtos.

E foi num destes stands, da “BOFITE”, que vi o melhor clone de iPhone (ou “hiPhone”) que já vi. E acreditem, já vi de tudo. Mesmo eu que sou “macaco velho” demorei para detectar a imitação: o aplicativo de câmera é idêntico, a animação é suave, a tela de toque responde bem, tamanho e peso são bem próximos do original e a interface no geral é muito mais refinada que nos clones já encontrados por aqui.

As diferenças são as fontes sob os ícones, o navegador  web e alguns recursos extras, como um Media Player capaz de reproduzir vídeos e animações em Flash, coisa que o iPhone não faz. Um representante me disse que o aparelho não está à venda no Brasil, está apenas sendo demonstrado, mas que “se você encomendar um lote de 10 mil, vem com o logo da sua empresa na tampa traseira”. O modelo no stand tinha o logo da Apple.

Portanto, ao comprar aquele iPhone “baratinho”, tomem cuidado. Já não é mais tão fácil distinguir o gato da lebre.

Você consegue identificar a diferença? Olhe entre os ícones

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09/05/2009 - 20:23

Um videogame da Apple?

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Sabe quando você está tocando sua vida, e de repente aquele monte de fragmentos de idéias que estão guardadinhos no fundo da sua mente resolvem fazer “click” e você tem aquele momento “como não pensei nisso antes??“. Pois é, aconteceu comigo na quinta-feira.

Eu estava passando pelas notícias do dia, quando vi alguns sites comentando um boato de que a Apple estaria em negociações para comprar a Electronic Arts, uma das maiores desenvolvedoras de jogos do mundo. Parei por um segundo e pensei: “Balela, até parece que a Apple quer entrar no mercado de videog… CLICK!

Pensando bem, faz todo o sentido a Apple entrar no mercado de videogames. Não só faz sentido, como acredito que ela já está se preparando para isso. E não é com software, é com hardware, com um console com o logo da maçã estampado na tampa, “brigando” com o PlayStation 3, XBox 360 e Wii.

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20/01/2009 - 12:59

Debate aborda mobilidade como novo caminho para mídia

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Há anos que os aparelhos portáteis, especialmente celulares, estão dando as caras na geração e propagação de conteúdo. Obviamente que o meio ainda é pouco difundido, mas toma força a cada novo aparelho desenvolvido. A palestra de Mobilidade, que aconteceu nesta terça-feira de manhã na Campus Party, colocou diversos especialistas do assunto para debater sobre quais são os defeitos, soluções e para onde deve ir esse novo jeito de se fazer mídia.

A palestra teve a participação de Juliana Vilas (UrblogÉpoca São Paulo), Rafael Sbarai (Consultor de novas mídias da Veja), Henrique Martin (blogueiro do Zumo) e Eduardo Brandini (chefe de redação da TV Bandeirantes), a blogueira Bia Kunze (Garota Sem Fio) foi a moderadora.

De acordo com Martin, um dos grandes problemas ainda enfrentados é a interface dos celulares, que ainda não possuem a melhor acessibilidade. “Por exemplo, o iPhone, que é um dos grandes expoentes da mobilidade, ainda não tem o melhor teclado touchscreen nem a melhor câmera para o usuário criar conteúdo”, disse. Já para Sbarai, “é necessário começar a formatar os sites de conteúdo para esse novo formato mobile, algo que poucos sites têm feito”.

Segundo Brandini, sempre que uma nova tecnologia aparece, soluções e novos problemas a acompanham. “Nós descobrimos que os furos de reportagem com imagens de celular nos ajudam muito, mas também percebemos as grandes falhas que ainda existem para entravar o uso pleno dessa plataforma”, afirmou o repórter.

Conteúdo

Algo que todos da mesa concordaram é a falta de conteúdo específico para o mobile. Juliana afirmou que ela sente mais necessária uma difusão melhor de prestação de serviços, “ainda falta uma maneira fácil e rápida de, por exemplo, eu saber que vias estão congestionadas enquanto estou no trânsito, como fazer para evitá-las e o porquê estão assim”.

Mas o “buraco é mais embaixo”, para Brandini. “O problema é que essa plataforma ainda é um nicho, não está bem disseminada. Por exemplo, falta conteúdo de entretenimento para celulares, mas não tem como você pensar em uma TV formatar um jogo de futebol para a plataforma móvel, já que com a televisão ela alcança todo e qualquer tipo de público. Ainda é complicado pensar nisso”, disse.

Sbarai ainda reafirmou seu cetismo quanto ao (pouco) conteúdo que é produzido hoje no Brasil para o mobile. “Tenho uma visão um pouco cética (da produção), pois os portais apenas traduzem o que têm no seu site para o celular. Os portais não pensam no que o usuário quer ver dentro do celular. O usuário já sabe o que quer, nós, como novas mídias, ainda não sabemos como podemos explorar isso corretamente”, afirmou.

Quando a moderadora Bia Kunze afirmou que o que falta de verdade é mais entretenimento para atrair mais usuários, Martin rebateu, afirmando que a plataforma se beneficia muito com o conteúdo “sério”. “Não podemos jogar apenas mais Big Brother nos celulares para trazer mais pessoas. Sei que isso gera receita, mas a parte mais ‘séria’ não pode ser esquecida. Um exemplo disso é que quando Steve Jobs se afastou de seu cargo na Apple, eu só tive chance de divulgar a notícia rapidamente no meu blog pois eu estava no Twitter seguindo pessoas mais ‘jornalísticas’ e que puseram a informação no ar”.

No final, o debate não teve grandes discussões, na maior parte dos temas os palestrantes concordavam ou, no máximo, complementavam a opinião do outro. Mas o assunto mais “espinhoso” comentado foi das barreiras que ainda são impostas pelas prestadoras de serviço para liberarem um acesso mobile melhor. Nesse caso todos os presentes na mesa concordaram de que falta muito incentivo para que essa nova mídia se torne mais democratizada.

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05/01/2009 - 07:00

Os rumores para a MacWorld 2009

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Todo ano é a mesma coisa: às vésperas da MacWorld ou WWDC (os dois principais eventos do mundo Apple no ano)  sites especializados se enchem de rumores e especulação sobre novos produtos. E neste ano, mesmo sem a presença de Steve Jobs como palestrante aqui em San Francisco, a coisa não é diferente.

A “keynote” de Phil Schiller, que terá a árdua tarefa de substituir Jobs no palco, só acontece amanhã, mas o burburinho corre solto desde meados de dezembro. Dê uma olhada no que o povo anda esperando:

Novos iMac e Mac mini – Altamente provável. Arquivos de configuração em versões recentes do Mac OS X fazem referência a um MacMini3,1 e iMac9,1, equipados com um processador de video MCP970. É o mesmo chipset de vídeo usado nos novos MacBooks. Os modelos atuais são o MacMini 2,1 e iMac 8,1, equipados com processadores de vídeo da Intel e ATI (Radeon HD 2400 ou 2600 Pro, com exceção do modelo de 24 polegadas com uma GeForce 8800 GS), respectivamente.

A migração de todas as máquinas da Apple para chips de vídeo da nVidia faz todo sentido por causa da introdução, no Snow Leopard, do OpenCL, um framework que programação que permite delegar ao processador de vídeo tarefas numericamente intensivas como compactação de arquivos, criptografia, codificação de áudio e vídeo e muito mais, que são executadas com muito mais rapidez do que se usassem apenas o processador da máquina.

Mas para funcionar, o OpenCL exige alguns recursos não encontrados nos chips atuais, daí a necessidade da migração. A mudança também beneficia a Apple em outros pontos: com ela, todas as suas máquinas serão capazes de reproduzir, sem esforço, os seriados e filmes em alta definição comercializados na iTunes Store, aumentando o potencial de vendas deste tipo de conteúdo.

Além disso, segundo o site TUAW (The Unnofficial Apple Weblog), o Mac mini também sofrerá algumas outras mudanças. Entre elas a substituição da unidade ótica por um modelo SATA, com a opção de trocá-la por um segundo HD na hora da compra na loja online da Apple, e um novo visual, seguindo a linha “alumínio e preto” dos outros modelos da Apple, e mais parecido com o Time Capsule.

iPhone nano – Esse é velho, e ressurgiu em meados de dezembro. Basicamente, seria uma versão menor, mais simples e mais barata do iPhone, assim como o iPod nano é uma versão menor, mais barata e mais simples do iPod “tradicional”. Ganhou força depois que a fabricante de acessórios XSKN colocou em seu site toda uma linha de capas para o produto, que ainda não existe oficialmente. Outro fabricante de acessórios, a Vaja, também adicionou em seu site uma seção sobre o novo aparelho, mas ainda sem nenhum produto.

Vale lembrar que foi um fabricante de acessórios que vazou, em 2007, o formato da terceira geração do iPod nano, e a história se repetiu em 2008. Quando Jobs apresentou a quarta geração do iPod nano à imprensa, em outubro, ele comentou “talvez vocês já tenham visto algo parecido por aí”, em referência às fotos que circularam na internet. Falando em fotos, esta mostra o que seria uma “prova de conceito” do novo iPhone, basicamente uma versão menor do modelo atual.

Um iPhone mais barato faz sentido, mas não sei como ficaria a mecânica da interface multi-toque em uma tela menor. Vou esperar pra ver, e me considerar “agradavelmente surpreso” se algo realmente aparecer.

iWork online – Este rumor começou a circular nos últimos dias de dezembro, e fala sobre o possível lançamento de uma versão online do iWork, o conjunto de aplicativos de escritório da Apple, atualmente composto por editor de textos (Pages), planilha de cálculo (Numbers) e editor de apresentações (Keynote).  Não seria algo inédito: o Google já oferece algo semelhante (Google Docs) bem como empresas como a Zoho com seu trio Zoho Writer, Zoho Sheet e Zoho Show (e vários aplicativos menores).

A própria Apple já deu um passo nesta direção com o seu serviço MobileMe, lançado em meados de 2008 com aplicativos como Mail, Contacts, Calendar e Gallery, que simulam de forma bastante próxima o comportamento de suas contrapartes no desktop: Mail, Agenda, iCal e os  álbuns do iPhoto.

Como a Apple já tem as duas metades da estrutura prontas (o servidor e o “framework” para desenvolvimento dos aplicativos online), a adição de novos serviços/aplicativos seria “fácil”. Considero este um rumor bastante provável, e a MacWorld, com seu foco no consumidor, é o local ideal para um anúncio de um novo iWork. Esperem, se não um lançamento, pelo menos uma demo.

Home Media Server – Faz bastante sentido. Um “servidor” doméstico, plugado diretamente a seu modem ADSL ou roteador Wi-Fi, que abrigaria todo o conteúdo multimídia da casa, sejam fotos, música, filmes ou séries de TV (de preferência comprados na iTunes Store, claro) e os compartilharia com todos os Macs, PCs e iPods/iPhones da casa.

Quem cantou a bola foi o site 9to5mac, que menciona recursos legais como compartilhamento de mídia via web (você poderia acessar seus arquivos de qualquer lugar, com seu domínio próprio) e centralização do backup de todos os Macs da casa (via Time Machine).

O produto poderia ser uma atualização da atual Time Capsule (que centraliza backups e funciona como servidor de arquivos, mas sem a função de compartilhamento de mídia ou acesso remoto) via software, ou um novo aparelho baseado na mesma arquitetura.

Snow Leopard – O próximo “grande gato” da Apple deve receber, no máximo, uma menção “en passant”, ou ser completamente ignorado por Schiller. O motivo? O sistema é focado em mudanças estruturais, com pouca coisa visível aos olhos do usuário, como mostraram alguns screenshots que apareceram recentemente na internet (infelizmente já fora do ar). Não se enganem, o Snow Leopard vai ser uma das mais importantes versões do Mac OS X nos últimos anos, mas ele é um gato “mineiro”: trabalha em silêncio.

Amanhã, durante a Keynote, saberemos o quão precisos estes rumores se mostraram. Eu já estou com minha credencial na mão, e vou madrugar para garantir um bom lugar: a palestra começa às nove da manhã (horário local em San Francisco, 15:00 no Brasil), a organização recomenda chegar às sete, mas eu pretendo entrar na fila às seis. Acompanhe a cobertura completa da MacWorld 2009 no iG Tecnologia e, claro, aqui no blog. Até mais!

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02/12/2008 - 13:03

Novo Nokia N97

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A Nokia anunciou hoje, durante o evento Nokia World 2008 em Barcelona, na Espanha, sua verdadeira “resposta” ao iPhone. O Nokia XpressMusic 5800 foi só um tiro de aviso, o “petardo” mesmo é um membro da família NSeries (a mais sofisticada linha de aparelhos da Nokia), batizado de Nokia N97.

O aparelho é um smartphone touchscreen, equipado com uma tela LCD de 3.5 polegadas com resolução de 360 x 640 pixels (mais alta que a do iPhone) e nada menos que 32 GB de memória interna, expansível com cartões SD de até 16 GB, para um total de 48 GB de músicas, fotos, vídeos e jogos. Não contente com a tela sensível ao toque, e sabendo que nem todos morrem de amores pela tecnologia, a Nokia incluiu também um teclado QWERTY completo, escondido abaixo da tela (basta deslizá-la para cima, como no HTC Touch Diamond ou T-Mobile G1).

Claro, sendo um NSeries topo de linha o N97 (que pesa 150 gramas e mede 5,53 x 11,7 x 1,59 cm – largura x altura x profundidade) tem Wi-Fi (802.11 b/g), GPS (com A-GPS), rádio FM estéreo, saída pra TV, Bluetooth completo, câmera de 5 MP com lentes Carl-Zeiss com flash e foco automático (e câmera secundária pra videochamadas), alto-falantes estéreo e suporte a redes 3G. O sistema operacional é o S60 Quinta Edição, com total suporte à tela de toque, como no XpressMusic 5800. 

O Nokia N97 chega ao mercado europeu no segundo semestre de 2009 (ou seja, deve dar as caras por aqui no final do ano que vem), com preço sugerido, lá, de 550 Euros (sem subsídios das operadoras). Abaixo, veja um videozinho com uma apresentação rápida dos recursos do aparelho e mais três fotos.

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21/10/2008 - 01:09

Samsung Omnia chega para bater o iPhone

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Samsung OmniaiPhone, prepare-se: seu primeiro concorrente à altura está desembarcando no mercado nacional. Rapidamente apelidado de “iPhone com Windows” pelos jornalistas presentes ao lançamento nesta segunda em São Paulo (para desgosto do pessoal da Samsung), o Samsung SGH-i900 Omnia é um smartphone com tela sensível ao toque capaz de fazer a maioria dos truques que o aparelho da Apple faz, só que com hardware mais potente. E, ao contrário de outros modelos que já circulam por aí, faz bom uso da tela sensível ao toque, mostrando que pode competir não só no quesito “força bruta”, mas também no que é mais importante: a “experiência” do usuário e a facilidade de uso.

O que se segue é um breve relato de minha experiência de cerca de meia hora com o aparelho. Não é um review (que deve acontecer em breve, lá no iG), mas apenas um apanhado das “anotações mentais” que fiz durante o uso. Resumindo em uma palavra: gostei.

A lista de recursos é impressionante, com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas com resolução “widescreen” de 240 x 400 pixels, câmera de 5 megapixels com flash, gravação de vídeos com resolução VGA, GPS, Wi-Fi, Rádio FM, Bluetooth e 8 GB de memória interna, só para citar apenas alguns no campo do hardware.

Algumas coisas são curiosas: um botão centralizado logo abaixo da tela funciona como um “mouse“. Sim, mouse, com direito a setinha e tudo o mais. O funcionamento é similar aos mouses “trackpoint” dos notebooks Thinkpad. A câmera tem detecção de faces, “geotagging” (marcação das fotos com as coordenadas geográficas do local onde foram tiradas) e um recurso que está se tornando comum em modelos domésticos, o chamado “Smile Shot“: ela dispara automaticamente quando uma pessoa sorri.

O sistema operacional é o Windows Mobile 6.1, adaptado para funcionar melhor em um sistema com tela sensível ao toque. A tela principal, por exemplo, é um desktop com uma lista de widgets na lateral esquerda. Com um movimento dos dedos, é possível arrastar widgets da lista para o desktop (onde eles “crescem” para o tamanho normal) e personalizá-lo a seu gosto com relógios, listas de mensagens, notícias, previsão do tempo, media players e afins. 

Um Opera otimizado para a tela sensível ao toque, substitui o já cansado “Pocket IE” típico dos aparelhos com Windows Mobile no papel de navegador web. A compatibilidade com sites (testei uma meia dúzia) é boa, e ele é capaz dos mesmos truques do Safari no iPhone: dois cliques para “dar zoom” em uma seção da página, passadas com os dedos sobre a tela para rolar a página, mudança automática de modo (retrato ou paisagem) quando o aparelho muda de posição (de pé ou deitado) e tudo o mais.

Durante o uso, o Omnia me pareceu bastante ágil, com uma interface que reage rápida e precisamente aos toques na tela. A Samsung adotou o recurso, já usado por outros fabricantes, de “haptics”, ou seja, uma resposta tátil (no caso, uma vibração do aparelho) usada para confirmar um comando. Por duas vezes, o navegador deixou de rotacionar automaticamente a página quando deitei a tela, talvez porque fiz um movimento suave demais.

Algumas coisas não me pareceram legais. Apesar da interface da Samsung ser boa, a original do Windows Mobile, totalmente inadequada para uso com os dedos, ainda está lá, visível se você fuçar “a fundo” o suficiente nos menus. O teclado virtual tem teclas pequenas demais no modo retrato, e alguns botões, como o X para fechar os programas, são menores ainda. Talvez ciente disto, a Samsung inclui com o Omnia uma caneta, o que pode ser confuso e deixar o usuário sem saber com qual instrumento (dedo ou caneta) interagir.

O Samsung SGH-i900 “Omnia” deve chegar ao mercado nacional em breve, com preço sugerido pelo fabricante (sem subsídios) de R$ 1.799. Espere encontrá-lo em sua operadora favorita (ele estará disponível para todas as operadoras, segundo a Samsung) por um preço menor, e provavelmente bastante competitivo com o aparelho da Apple. Peguem sua pipoca, porque a briga começou :)

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27/09/2008 - 07:00

Atenção: o iPhone não é perfeito!

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Não dá para negar que o iPhone é bonito, inovador, divertido de usar e o aparelho mais quente do mercado no momento, neste e em muitos outros países. Mas todo o “hype” (palavrinha em inglês difícil de traduzir. “Burburinho”, talvez) faz com que muita gente acredite que ele é perfeito. Nos EUA, chegaram a apelidá-lo de “Jesus Phone”, alegando que a expectativa pelo lançamento era maior do que a pela segunda vinda de Jesus Cristo.

A má notícia é que, por mais legal que o iPhone seja (e eu realmente acho ele o máximo, mas caro demais para mim), ele não é nem de longe perfeito. Não demorei muito para montar uma listinha de dez coisas que o iPhone não tem, mas que estão presentes em aparelhos muito mais baratos já no mercado. Antes de embarcar na onda e correr para uma loja para comprar o seu, leia, pare e pense. Algum destes recursos é importante? Se for, então o iPhone não é o aparelho para você.

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25/09/2008 - 15:42

iPhone 3G: quanto vale o show?

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Acaba de cair em minhas mãos um documento com a resposta para uma pergunta que muita gente vem fazendo há meses. O preço do iPhone 3G no Brasil. Mas antes de revelar o mistério, uma pequena retrospectiva.

Quando anunciou o lançamento do aparelho, em 9 de junho deste ano, Steve Jobs declarou que ele custaria US$ 199 nos EUA (modelo de 8 GB, desconsiderando o valor do contrato de dois anos com a AT&T embutido), e que o preço seria o equivalente em moeda local em outros países. Ou seja, pela cotação de hoje, o aparelho teria de custar R$ 365, mais o plano. Mas quem conhece o mercado de tecnologia e telefonia no Brasil sabe que este preço é uma utopia completa.

A realidade é bem mais salgada, e confirma o “high-end” da especulação que circulou pela internet nos últimos meses. A Claro, primeira operadora a divulgar os preços, criou dois “pacotes” para aquisição do iPhone. Com subsídio no aparelho (você paga um preço pelo aparelho, mais franquia mensal) e com subsídio no serviço (o aparelho tem um preço um pouco mais alto, mas você tem desconto na franquia por 12 meses). Ambos estão disponíveis em pacotes com 200, 300 e 400 minutos. Vamos levar em conta os planos com subsídio no aparelho, mais fáceis de entender.

O preço do iPhone 3G 8 GB, com plano Claro 400, que inclui 400 minutos de ligações, 200 mensagens SMS e 200 MB de transferência de dados, é de R$ 1.239 (à vista). A franquia mensal é de R$ 151,90. O modelo de 16 GB, nas mesmas condições, sai por R$ 1.529. No pré-pago, a coisa fica ainda mais salgada (água, por favor): R$ 2.299 pelo modelo de 8 GB, e R$ 2.599 pelo de 16 GB. A Claro oferece parcelamentos em até 24x (no cartão American Express, 10x em outros cartões), e segundo a empresa o primeiro lote de aparelhos trazido para o Brasil é de 30 mil unidades.

Ou seja, calculando pelo preço subsidiado do modelo de 8 GB, o iPhone 3G custa, no Brasil, cerca de três vezes e meia o preço dos EUA. Aqui, vale chamar a atenção para o fato de que uma franquia de 200 MB de dados não dá pra muita coisa a partir do momento em que você começa a ler e-mail com anexos, baixar páginas web completas e assistir YouTube no celular em todo lugar. É prudente juntar ao valor da franquia o valor de um plano de dados ilimitado.

Segundo a Claro, o iPhone 3G estará à venda, a partir de amanhã, 26/09, em suas lojas em São Paulo (Shoppings Iguatemi, Market Place, Higienópolis e Anália Franco), Campinas (Shopping Iguatemi Campinas), Ribeirão Preto (Shopping Ribeirão), Rio de Janeiro (Shoppings Leblon, Rio Sul, Barra Shopping e Norte Shopping), Brasília (Park Shopping e Pátio Brasil), Belo Horizonte (BH Shopping e loja da Savassi), Curitiba (Shopping Muller), Porto Alegre (Shoppings Praia de Belas e Iguatemi Porto Alegre), Salvador (Salvador Shopping e Iguatemi Salvador), Goiânia (Shopping Flamboyant), Recife (Shopping Recife), Fortaleza (Iguatemi Fortaleza), Vitória (Shopping Vitória), Belém (Iguatemi Belém) e Manaus (Shopping Millenium Manaus).

A Vivo ainda não divulgou seus preços para o iPhone, mas não espero que sejam muito diferentes (a coletiva é hoje à noite, estarei lá). O iPhone é lindo e maravilhoso, sem dúvida. Mas será que vale tudo isso?

ATUALIZAÇÃO em 26/09 às 02:16 A.M. – Acabo de voltar da coletiva da Vivo, com mais informações sobre o iPhone deles. Graças ao “corpo a corpo” com alguns representantes da empresa, consegui algumas informações mais técnicas para esclarecer questões como, por exemplo, a ativação do aparelho.

Mas antes, vamos ao que todo mundo quer saber, o preço. E nesse ponto, a Vivo se sai bem melhor que a Claro. Dependendo do plano, pela turma do bonequinho o iPhone 3G de 8 GB vai custar entre R$ 899 (no plano Vivo iPhone completo) a R$ 1.899 (no pré-pago). O modelo de 16 GB vai custar R$ 2.199 no pré-pago.

Claro que o diabo está nos detalhes. Para levar para casa um iPhone 3G 8 GB por R$ 899 você precisa assinar o plano Vivo iPhone completo, que lhe dá 1400 minutos para ligações locais para celular e fixo, acesso à internet ilimitado, 150 mensagens SMS e mais um pacote com 1400 minutos locais extras e 1400 torpedos SMS para aparelhos Vivo. Tudo pela bagatela de… R$ 585 mensais.

Colocando os pés mais no chão, temos o plano iPhone 150. O aparelho (3G 8 GB) sai por preço similar ao da Claro (R$ 1.299), mas o pacote oferecido é mais atraente pela cota de dados: 150 minutos locais para celular e fixo, 750 MB de dados para acesso à internet, 150 torpedos SMS, 50 minutos locais para celulares Vivo e mais um pacote extra com 300 minutos locais e 300 mensagens SMS para aparelhos Vivo, por R$ 163 mensais.

A princípio a Vivo irá oferecer o iPhone 3G apenas para seus clientes, mas a partir do mês de Outubro ele também estará disponível para o público em geral nas lojas da empresa. Segundo Hilton Mendes, Diretor de Desenvolvimento de Terminais da Vivo, a ativação dos aparelhos vai ser feita na própria loja. Neste primeiro momento, um dos recursos mais legais do iPhone, o Visual Voice Mail, não estará presente, mas ele será habilitado “em breve”.

Todos os aparelhos vendidos no Brasil terão, gravado na traseira, o selo de certificação da Anatel (assim como os iPhones importados dos EUA tem o selo da FCC). O suporte técnico será oferecido pela Vivo, e não pela rede de autorizadas Apple (que no Brasil cuida da assistência aos Macs). Por fim, os aparelhos nacionais são totalmente compatíveis com as atualizações de software lançadas pela Apple nos EUA. Ou seja, se surgir uma nova versão do “firmware” ou sistema operacional, não será necessário aguardar uma “versão brasileira” ou “versão vivo” para atualizar: basta usar o software oficial da Apple e o aparelho continuará funcionando por aqui.

Pra quem reclamou dos preços (e foram muitas pessoas, nunca vi tanta unanimidade em comentários), os da Vivo são uma notícia muito boa, já que vão estimular uma “guerra de preços” com a concorrente. E não nos podemos esquecer de que há outras operadoras, como a TIM, que tem o iPhone lá fora e estão quietas aqui, mas provavelmente irão se pronunciar logo logo e esquentar ainda mais esta briga.

Autor: - Categoria(s): hardware, noticia Tags: , , , ,
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