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04/11/2009 - 10:54

Samsung lança notebooks e netbooks no Brasil

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A Samsung está lançando seus primeiros notebooks e netbooks no mercado nacional. São ao todo cinco modelos, três notebooks (com telas de 14 e 13,4 polegadas) e dois netbooks (com telas de 10,1 polegadas), com preços que vão dos R$ 1.499 ao R$ 3.599.

A empresa já fabricava no Brasil equipamentos de informática, como monitores, HDs, drives ópticos e impressoras, e é líder de mercado em vários destes segmentos, mas não comercializava no país sua linha de notebooks e netbooks, já vendida em países como os EUA.

Das 5 linhas de máquinas produzidas pela Samsung (R – Entrada, Q – Mobilidade, N – Netbook, X – Premium e P – Corporativa), quatro estão vindo ao Brasil. Só a linha P ficou de fora, por enquanto, mas chegam entre março e junho de 2010. As máquinas serão produzidas em Campinas a já a partir de fevereiro, na mesma fábrica que já produz os celulares da empresa.

Na linha de notebooks, o principal destaque é o modelo X420, equipado com um processador Intel Core 2 Duo Ultra Low Voltage (CULV) de 1.3 GHz, 4 GB de RAM, 320 GB de espaço em disco, monitor LCD HD (1366 x 768 pixels) de 14 polegadas com iluminação LED e bateria com autonomia estimada em seis horas, com peso total de 1.7 Kg. O preço sugerido é de R$ 3.599

Já nos netbooks, todos equipados com processador Atom de 1.6 GHz, 1 GB de RAM e HD de 160 GB, o principal destaque é o design. O modelo N310 (R$ 1.799) tem acabamento emborrachado e estará disponível em três cores: azul, laranja e o tradicional preto. Vem com o Windows 7 Starter e bateria com autonomia de nove horas, segundo o fabricante. Já o NC10 (R$ 1.499) vem com o Windows XP Home e bateria com autonomia de seis horas de duração.

Os notebooks e netbooks Samsung chegam às lojas já em novembro.

Autor: - Categoria(s): hardware, noticia Tags: , , , ,
05/01/2009 - 07:00

Os rumores para a MacWorld 2009

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Todo ano é a mesma coisa: às vésperas da MacWorld ou WWDC (os dois principais eventos do mundo Apple no ano)  sites especializados se enchem de rumores e especulação sobre novos produtos. E neste ano, mesmo sem a presença de Steve Jobs como palestrante aqui em San Francisco, a coisa não é diferente.

A “keynote” de Phil Schiller, que terá a árdua tarefa de substituir Jobs no palco, só acontece amanhã, mas o burburinho corre solto desde meados de dezembro. Dê uma olhada no que o povo anda esperando:

Novos iMac e Mac mini – Altamente provável. Arquivos de configuração em versões recentes do Mac OS X fazem referência a um MacMini3,1 e iMac9,1, equipados com um processador de video MCP970. É o mesmo chipset de vídeo usado nos novos MacBooks. Os modelos atuais são o MacMini 2,1 e iMac 8,1, equipados com processadores de vídeo da Intel e ATI (Radeon HD 2400 ou 2600 Pro, com exceção do modelo de 24 polegadas com uma GeForce 8800 GS), respectivamente.

A migração de todas as máquinas da Apple para chips de vídeo da nVidia faz todo sentido por causa da introdução, no Snow Leopard, do OpenCL, um framework que programação que permite delegar ao processador de vídeo tarefas numericamente intensivas como compactação de arquivos, criptografia, codificação de áudio e vídeo e muito mais, que são executadas com muito mais rapidez do que se usassem apenas o processador da máquina.

Mas para funcionar, o OpenCL exige alguns recursos não encontrados nos chips atuais, daí a necessidade da migração. A mudança também beneficia a Apple em outros pontos: com ela, todas as suas máquinas serão capazes de reproduzir, sem esforço, os seriados e filmes em alta definição comercializados na iTunes Store, aumentando o potencial de vendas deste tipo de conteúdo.

Além disso, segundo o site TUAW (The Unnofficial Apple Weblog), o Mac mini também sofrerá algumas outras mudanças. Entre elas a substituição da unidade ótica por um modelo SATA, com a opção de trocá-la por um segundo HD na hora da compra na loja online da Apple, e um novo visual, seguindo a linha “alumínio e preto” dos outros modelos da Apple, e mais parecido com o Time Capsule.

iPhone nano – Esse é velho, e ressurgiu em meados de dezembro. Basicamente, seria uma versão menor, mais simples e mais barata do iPhone, assim como o iPod nano é uma versão menor, mais barata e mais simples do iPod “tradicional”. Ganhou força depois que a fabricante de acessórios XSKN colocou em seu site toda uma linha de capas para o produto, que ainda não existe oficialmente. Outro fabricante de acessórios, a Vaja, também adicionou em seu site uma seção sobre o novo aparelho, mas ainda sem nenhum produto.

Vale lembrar que foi um fabricante de acessórios que vazou, em 2007, o formato da terceira geração do iPod nano, e a história se repetiu em 2008. Quando Jobs apresentou a quarta geração do iPod nano à imprensa, em outubro, ele comentou “talvez vocês já tenham visto algo parecido por aí”, em referência às fotos que circularam na internet. Falando em fotos, esta mostra o que seria uma “prova de conceito” do novo iPhone, basicamente uma versão menor do modelo atual.

Um iPhone mais barato faz sentido, mas não sei como ficaria a mecânica da interface multi-toque em uma tela menor. Vou esperar pra ver, e me considerar “agradavelmente surpreso” se algo realmente aparecer.

iWork online – Este rumor começou a circular nos últimos dias de dezembro, e fala sobre o possível lançamento de uma versão online do iWork, o conjunto de aplicativos de escritório da Apple, atualmente composto por editor de textos (Pages), planilha de cálculo (Numbers) e editor de apresentações (Keynote).  Não seria algo inédito: o Google já oferece algo semelhante (Google Docs) bem como empresas como a Zoho com seu trio Zoho Writer, Zoho Sheet e Zoho Show (e vários aplicativos menores).

A própria Apple já deu um passo nesta direção com o seu serviço MobileMe, lançado em meados de 2008 com aplicativos como Mail, Contacts, Calendar e Gallery, que simulam de forma bastante próxima o comportamento de suas contrapartes no desktop: Mail, Agenda, iCal e os  álbuns do iPhoto.

Como a Apple já tem as duas metades da estrutura prontas (o servidor e o “framework” para desenvolvimento dos aplicativos online), a adição de novos serviços/aplicativos seria “fácil”. Considero este um rumor bastante provável, e a MacWorld, com seu foco no consumidor, é o local ideal para um anúncio de um novo iWork. Esperem, se não um lançamento, pelo menos uma demo.

Home Media Server – Faz bastante sentido. Um “servidor” doméstico, plugado diretamente a seu modem ADSL ou roteador Wi-Fi, que abrigaria todo o conteúdo multimídia da casa, sejam fotos, música, filmes ou séries de TV (de preferência comprados na iTunes Store, claro) e os compartilharia com todos os Macs, PCs e iPods/iPhones da casa.

Quem cantou a bola foi o site 9to5mac, que menciona recursos legais como compartilhamento de mídia via web (você poderia acessar seus arquivos de qualquer lugar, com seu domínio próprio) e centralização do backup de todos os Macs da casa (via Time Machine).

O produto poderia ser uma atualização da atual Time Capsule (que centraliza backups e funciona como servidor de arquivos, mas sem a função de compartilhamento de mídia ou acesso remoto) via software, ou um novo aparelho baseado na mesma arquitetura.

Snow Leopard – O próximo “grande gato” da Apple deve receber, no máximo, uma menção “en passant”, ou ser completamente ignorado por Schiller. O motivo? O sistema é focado em mudanças estruturais, com pouca coisa visível aos olhos do usuário, como mostraram alguns screenshots que apareceram recentemente na internet (infelizmente já fora do ar). Não se enganem, o Snow Leopard vai ser uma das mais importantes versões do Mac OS X nos últimos anos, mas ele é um gato “mineiro”: trabalha em silêncio.

Amanhã, durante a Keynote, saberemos o quão precisos estes rumores se mostraram. Eu já estou com minha credencial na mão, e vou madrugar para garantir um bom lugar: a palestra começa às nove da manhã (horário local em San Francisco, 15:00 no Brasil), a organização recomenda chegar às sete, mas eu pretendo entrar na fila às seis. Acompanhe a cobertura completa da MacWorld 2009 no iG Tecnologia e, claro, aqui no blog. Até mais!

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03/12/2008 - 09:39

Feito em casa

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Encontrei há alguns dias na internet um dos projetos de hardware mais impressionantes que já vi nos últimos tempos. É o Uzebox, um videogame feito “em casa”, que tem como componentes principais apenas… dois chips! Duvida? Então dê uma olhada na placa:

Todo o resto são componentes discretos (resistores, capacitores, LEDs). E o melhor: o projeto é aberto: a “planta”, instruções e listas de componentes podem ser baixados gratuitamente por qualquer um que queira reproduzir o brinquedo. E alguns sites até vendem “kits”  com a placa, chips, componentes e um joystick, prontinhos para a montagem: é só soldar.

O “coração” do console é um microcontrolador ATmega644, da Atmel (rodando a 28 MHz), que sozinho funciona como CPU, processador de vídeo, chip de som e controlador de I/O. O único outro chip é um AD725, da Analog Devices, responsável por pegar o sinal de vídeo RGB produzido pelo ATmega644 e converter em um sinal NTSC que qualquer TV moderna entende.

o autor (que se identifica como “Uze”) quis manter tudo o mais simples possível, por isso há algumas limitações: 4K de RAM, e um tamanho máximo de programa (ou jogo) de 64K. Isso porque adicionar chips extras para controlar memória externa iria deixar o projeto mais caro e complexo. Parece pouco, mas o resultado final lembra, em complexidade, os consoles da era 8-Bits, como o Nintendinho, mas com gráficos mais coloridos, como mostra o videozinho abaixo.

Conheça mais sobre o projeto Uzebox em seu site oficial. Kits estão à venda na Adafruit Industries e Embedded Engineering, por preços que variam de US$ 70 a US$ 100.

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11/11/2008 - 14:18

Imprimindo em 3D

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Depois de publicar ontem no canal de tecnologia uma notícia sobre um novo tipo de impressora 3D que cria objetos a partir de nada mais que papel e cola, me lembrei de um outro projeto, menos “glamuroso” mas bastante interessante: é a RepRap, uma impressora 3D que qualquer um pode montar.

O projeto é desenvolvido com um espírito Open Source, e todos os planos, esquemáticos e instruções de montagem estão disponíveis gratuitamente, bem como o software necessário para fazê-la funcionar. Conhecimento básico de mecânica ajuda, mas não é absolutamente necessário. No Brasil pode ser difícil conseguir alguns dos componentes (como os motores de precisão) ou insumos (como a resina usada para criar os objetos), mas não creio que seja impossível. O único problema é o custo total dos componentes, estimado em cerca de US$ 500, ou R$ 1.400 pela cotação de hoje.

Montada (vejam a foto abaixo) ela mais parece uma “geringonça” desengonçada do que uma peça de alta tecnologia. mas funciona. O nome vem de “Replicating Rapid-prototyper“. Rapid-prototyper por causa de seu principal uso, construção rápida de protótipos de objetos que vão de copos de martini a engrenagens e peças mais complexas, e Replicating porque uma RepRap consegue produzir, sozinha, as peças necessárias para montar outra RepRap. Não é fantástico?

RepRap Montada

A máquina funciona depositando pacientemente camada sobre camada de resina plástica, esperando ela secar e depositando uma nova camada por cima, até que o objeto esteja completo. É um processo demorado, um usuário relata que levou um dia inteiro para produzir o par de chinelos infantis mostrados abaixo. Outro esperou 12 horas por uma maçaneta para sua porta de casa. Mas o orgulho de ter um objeto que você projetou, feito por uma máquina que você montou vence a pressa.

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