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14/10/2009 - 12:42

O “hiPhone” também veio à Futurecom

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Quando fui retirar minha credencial para a Futurecom, notei que as placas estavam escritas em três idiomas: português, inglês e chinês. Achei estranho, mas logo entendi o motivo: além de multinacionais chinesas conceituadas, como a ZTE e Huawei, também há vários “fabricantes” menores ocupando pequenos stands para vender seus produtos.

E foi num destes stands, da “BOFITE”, que vi o melhor clone de iPhone (ou “hiPhone”) que já vi. E acreditem, já vi de tudo. Mesmo eu que sou “macaco velho” demorei para detectar a imitação: o aplicativo de câmera é idêntico, a animação é suave, a tela de toque responde bem, tamanho e peso são bem próximos do original e a interface no geral é muito mais refinada que nos clones já encontrados por aqui.

As diferenças são as fontes sob os ícones, o navegador  web e alguns recursos extras, como um Media Player capaz de reproduzir vídeos e animações em Flash, coisa que o iPhone não faz. Um representante me disse que o aparelho não está à venda no Brasil, está apenas sendo demonstrado, mas que “se você encomendar um lote de 10 mil, vem com o logo da sua empresa na tampa traseira”. O modelo no stand tinha o logo da Apple.

Portanto, ao comprar aquele iPhone “baratinho”, tomem cuidado. Já não é mais tão fácil distinguir o gato da lebre.

Você consegue identificar a diferença? Olhe entre os ícones

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03/10/2008 - 00:03

MP10^100

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Sempre que faço uma matéria sobre um novo telefone celular (como o iPhone, Samsung DUOS ou o Nokia 5800 XpressMusic), logo surge o que eu batizei de “turma do MPX” com o mesmo argumento de sempre. Algo como “R$ 900 num celular? Que robo aê. Paguei 300ão no meu MP512 lá em santa e ele até faz café, flw!”.

Eu sei que estes MPX (onde X é um inteiro entre 6 e o infinito, aumentando a cada semana) são baratos, tem uma lista de recursos interessante (há modelos com TV analógica e até TV digital embutida) e cada vez mais populares. Não dá pra andar 100 metros na Liberdade ou em Sta. Efigênia sem ver pelo menos uma vitrine com meia dúzia de modelos, com preços para todos os gostos. Se você comprou e está satisfeito (e conheço pessoalmente pessoas que estão), parabéns.

Só não me venham, pelamordedeus, comparar o preço de um aparelho que no geral só existe por aqui graças ao contrabando com o de um produto que muitas vezes é produzido aqui, gera empregos aqui e paga impostos até demais. Simplesmente não dá. É a mesma coisa que pegar o preço de um produto nos EUA, converter para Reais usando a cotação do dia e bater o pé dizendo que é quanto ele deveria custar aqui. Isso é impossível e insensato.

Outra questão importante. Os aparelhos comercializados oficialmente em grandes redes, sites “de bem” na internet e lojas das operadoras tem garantia e assistência técnica. Se seu aparelho dá defeito depois de 4 ou 5 meses de uso, você o devolve à loja da operadora ou a uma assistência técnica autorizada. Nokia, Samsung, LG, Sony-Ericsson, Motorola e outras tem extensas redes de assistência com pontos espalhados por todo o país. Se seu MPX dá defeito (e a qualidade não costuma ser o forte dos fabricantes), para onde você corre? Na maioria dos casos os aparelhos tem “galantia tlês mês”. Depois disso… boa sorte meu amigo.

Antes de se render ao canto de sereia dos MPX, pense um pouquinho. O barato pode sair caro, e o prejudicado pode ser você.

PS: O título deve ser lido como MP10100. Alguém sabe que número é esse? :)

Autor: - Categoria(s): hardware Tags: , , , , ,
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