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22/10/2009 - 15:56

Samsung mostra nova linha de celulares

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A Samsung apresentou na manhã desta quinta-feira uma nova linha de telefones celulares, com modelos em todas as categorias, para os mais variados tipos de usuários. Uma das principais atrações foi o Pixon 12, equipado com uma poderosa câmera digital de 12 MP, a maior resolução entre os celulares com câmera disponíveis no Brasil.

O aparelho é baseado no mesmo processador de 800 Mhz do Samsung Jét, que garante o desempenho. Tem lente grande-angular de 28mm acompanhada por Flash Xenon, grava vídeos com resolução de DVD (720 x 480 pixels) e tem tela AMOLED (com melhor cor e contraste em relação às telas LCD convencionais) de 3.1 polegadas sensível ao toque. A interface é a TouchWiz, a mesma usada em outros modelos da Samsung como o Star, o Jét e o Omnia. Vem em kit que acompanha capa de couro, fones de ouvido e cartão microSD de 8 GB, com preço sugerido de R$ 1.899

Smartphones para todos os gostos

A linha de smartphones é composta por quatro modelos. Dois deles (Galaxy e Galaxy Lite) são baseados no sistema operacional Android, do Google. Os outros dois, o Omnia II e Omnia Pro, rodam o Windows Mobile.

O Galaxy já havia sido anunciado em setembro, mas o Galaxy Lite é novidade. Com um novo design mais atraente, com detalhes em vermelho, ele troca a câmera de 5MP com flash e auto-foco e os 8 GB de memória interna do seu irmão mais velho por uma câmera de 3MP sem flash e foco fixo e 200 MB de memória interna, expansível com cartões microSD.

Em compensação, ganha no processador mais veloz, de 800 MHz contra os 567 MHz do Galaxy. No resto ambos são idênticos, equipados com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas, Wi-Fi, Bluetooth e 3G, e rodam o sistema operacional Android 1.5 com a interface original do Google. O Samsung Galaxy já está nas lojas, com preço sugerido de R$ 1.799, e o Galaxy Lite chega em Novembro, com preço sugerido de R$ 999.

O mundo Windows Mobile é representado pelo Omnia II, um “Windows Phone” com tela sensível ao toque de 3.7 polegadas, câmera de 5 MP, Bluetooth, Wi-Fi, GPS e 8 GB de memória interna, rodando o Windows Mobile 6.5. Já o Omnia Pro é bem diferente de seus irmãos, e é o primeiro modelo da família Omnia com teclado QWERTY integrado, e tem a aparência de um BlackBerry ou Nokia ESeries, com o teclado logo abaixo da tela. Tem câmera de 3.2 MP, tela de 2.4 polegadas, memória expansível com cartões microSD (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Tem Wi-Fi e Bluetooth, mas não tem GPS, e roda o Windows Mobile 6.1. Os preços sugeridos pelo fabricante são de R$ 1.599 pelo Omnia II, e R$ 799 pelo Omnia Pro.

Bateria solar

O Solar e o Blue Earth são os dois modelos da Samsung no segmento de aparelhos com bateria recarregável usando energia solar. O Solar é um modelo básico, mas o Blue Earth é bem mais interessante, com uma tela sensível ao toque de 3 polegadas, câmera de 3 MP, GPS, compatibilidade com redes 3G e Wi-Fi, com a mesma interface gráfica “TouchWiz” de aparelhos como o Jet e o Star. O aparelho também tem alguns aplicativos “ecológicos”, como um pedômetro que, nas palavras da Samsung, “incentiva o usuário a andar e mostra o quanto a emissão de CO2 é reduzida ao não usar os meios de transporte convencionais”.

A recarga da bateria é simples: na traseira do aparelho há um painel solar. Cada 1 hora sob a luz do sol rende energia suficiente para deixar o aparelho por duas horas em “stand-by”, ou para 15 minutos de conversação. Usando apenas a luz do sol é possível recarregar a bateria interna a até 75% de sua capacidade, ou seja, a energia solar é um complemento, não um substituto, para um carregador de tomada. O Blue Earth tem preço sugerido de R$ 949

Mensageiros de bolso

O Samsung Scrappy, celular com teclado QWERTY voltado para o público jovem e louco por mensagens, ganhou dois irmãos. O Scrappy 2 tem uma tela maior (2 polegadas), câmera melhor (2 MP) e memória expansível com cartões microSD de até 8 GB (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Vem com software que permite conexão a diversas redes sociais, incluindo Facebook e MySpace, e sistemas de mensagens instantâneas como o MSN e Google Talk. O teclado numérico é estranho, disposto em uma “faixa” ao lado do monitor, e o teclado QWERTY (deslizante como no modelo anterior) parece bastante confortável. Deve custar R$ 499

Já o Scrappy Touch, como o nome diz, tem além do teclado QWERTY uma tela sensível ao toque e no geral recursos similares aos do Scrappy 2, com algumas pequenas mudanças como a capacidade de fazer fotos panorâmicas. Também vem em kit com cabo de dados, fones de ouvido e cartão de memória de 1 GB, por R$ 549,00

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14/10/2009 - 16:39

Celular ZTE pode ser recarregado com energia solar

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Não existe nada mais irritante que ficar sem celular no meio do dia porque a bateria “morreu”, e bem na hora daquela chamada importante! Ou melhor, existe sim: não poder recarregá-la porque não há uma tomada por perto, ou porque você esqueceu o carregador em casa. O S312, da ZTE, promete resolver este incômodo da vida moderna de uma forma ecologicamente correta: energia solar.

O aparelho tem um painel solar na traseira, capaz de recarregar a bateria quando exposto ao sol por um período entre uma ou duas horas. Com uma carga completa, ele tem autonomia de bateria de seis horas em conversação, ou 180 horas em espera. Tecnologicamente o S312 é um modelo bastante simples, não espere Wi-Fi, 3G ou Media Player (mas ele tem Rádio FM). Mas quem precisa destes recursos não é o público alvo deste aparelho.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a holandesa Intivation, e o aparelho foi projetado para atender a um publico de baixa renda ou que não tem acesso confiável à energia elétrica, estimado em 1.6 bilhão de pessoas (das quais 640 milhões moram em regiões cobertas por uma rede de telefonia celular GSM), mundialmente. Segundo Eliandro Ávila, presidente da ZTE no Brasil, a empresa espera comercializar 50 mil unidades do modelo a partir do início do próximo ano, quando ele chega ao varejo. O preço estimado do aparelho, sem subsídios das operadoras, seria de R$ 199.

E já que Android é um tema comum entre os fabricantes nesta edição da Futurecom, a ZTE não fica de fora: promete trazer seu Android para o Brasil no ano que vem, mas sem dar mais detalhes.


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14/10/2009 - 14:38

“New Chocolate” e “Crystal” são os destaques da LG

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Na coletiva de imprensa da LG na Futurecom 2009 o smartphone Android (GW620) da empresa ficou para escanteio e cedeu espaço no palco para o que a empresa considera suas atrações principais: o LG BL40 “New Chocolate” e o LG GD900 “Crystal”.

O New Chocolate continua a tradição da linha “Black Label Series” de celulares “premium” da empresa, iniciada pelo LG Chocolate e continuada pelo LG Shine e, no ano passado, pelo LG Secret. Com formato barra, ele tem uma tela de 4 polegadas sensível ao toque com proporção “Wide HD” (21:9), câmera de 5 MP com lente Schneider e flash, Wi-Fi, 3G, GPS, navegador web completo e a interface gráfica S-Class, mesma usada no LG Arena.

O acabamento em preto “black piano” e detalhes em vermelho dá o tom de elegância no design, que fazendo jus ao nome lembra uma barra de chocolate. O preço sugerido pelo fabricante é de R$ 1.799, e o aparelho deve chegar às lojas a partir de novembro.

Já o Crystal se destaca como o “primeiro celular transparente do mundo”. Na verdade não é o celular que é transparente, mas o teclado, que tecnicamente é um painel de vidro com uma matriz sensível ao toque aplicada por cima. Com isso ele consegue não só funcionar como teclado tradicional, como também fazer reconhecimento de escrita e funcionar como superfície “multi-touch” para gestos. A câmera é digna de nota, com 8 MP e flash. Preço não foi divulgado.

Outro produto interessante é o LG Watch Phone GD910, um relógio com celular integrado. Sim, relógio com telefone, como nas antigas histórias de Dick Tracy. A tela de 1.4 polegadas é sensível ao toque, e ele tem uma câmera VGA para videochamadas. Além disso tem recurso de síntese de voz, para ler mensagens em voz alta, e vem acompanhado de um fone de ouvido Bluetooth. Novamente, o preço não foi informado.

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14/10/2009 - 12:46

LG e Huawei também tem Android

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O Motorola DEXT não é o único smartphone Android a aparecer na Futurecom 2009. Andando pelos corredores da feira, me deparei com mais dois modelos: o LG GW620 é o primeiro smartphone Android da empresa, e tem uma tela sensível ao toque de 3 polegadas, com teclado QWERTY “deslizante” como no modelo da Motorola, formato que está se tornando “padrão” entre os aparelhos com o sistema do Google.

Como convém a um smartphone “top”, ele vem equipado com câmera de 5 MP, memória expansível a até 32 GB, Wi-Fi e GPS. O sistema operacional é o Android “puro”, sem customizações de interface como a HTC fez com o Magic, nem ferramentas de rede social como a Motorola fez com o DEXT. Pra variar, ninguém diz nada quanto ao preço.

Já o modelo da chinesa Huawei lembra bastante o HTC Magic, com tela sensível ao toque mas sem teclado. Entre os poucos detalhes que consegui descobrir estão a câmera de 3.2 MP com autofoco, memória expansível a 32 GB, Wi-Fi e GPS. A data de lançamento, segundo representantes da empresa no stand, é “início de 2010”, e a empresa espera atingir um preço entre R$ 1.099 e R$ 1.199, sem subsídios da operadora. Se isto se concretizar, será o Android mais barato, até o momento, no mercado nacional.

Vejam algumas fotos dos aparelhos

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14/10/2009 - 12:42

O “hiPhone” também veio à Futurecom

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Quando fui retirar minha credencial para a Futurecom, notei que as placas estavam escritas em três idiomas: português, inglês e chinês. Achei estranho, mas logo entendi o motivo: além de multinacionais chinesas conceituadas, como a ZTE e Huawei, também há vários “fabricantes” menores ocupando pequenos stands para vender seus produtos.

E foi num destes stands, da “BOFITE”, que vi o melhor clone de iPhone (ou “hiPhone”) que já vi. E acreditem, já vi de tudo. Mesmo eu que sou “macaco velho” demorei para detectar a imitação: o aplicativo de câmera é idêntico, a animação é suave, a tela de toque responde bem, tamanho e peso são bem próximos do original e a interface no geral é muito mais refinada que nos clones já encontrados por aqui.

As diferenças são as fontes sob os ícones, o navegador  web e alguns recursos extras, como um Media Player capaz de reproduzir vídeos e animações em Flash, coisa que o iPhone não faz. Um representante me disse que o aparelho não está à venda no Brasil, está apenas sendo demonstrado, mas que “se você encomendar um lote de 10 mil, vem com o logo da sua empresa na tampa traseira”. O modelo no stand tinha o logo da Apple.

Portanto, ao comprar aquele iPhone “baratinho”, tomem cuidado. Já não é mais tão fácil distinguir o gato da lebre.

Você consegue identificar a diferença? Olhe entre os ícones

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14/10/2009 - 09:25

Motorola traz DEXT ao Brasil

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A Motorola anunciou durante a primeira manhã da Futurecom 2009 que trará ao Brasil o Motorola DEXT, seu primeiro smartphone baseado no sistema operacional Android, do Google. Anunciado nos EUA (onde é conhecido como Cliq) em setembro, o aparelho chega às lojas de todo o Brasil “na terceira semana de novembro”, mas a partir de hoje interessados em adquirí-lo já podem fazer um “pré-cadastro” no site do fabricante.

Motorola DEXT

O DEXT é um smartphone com teclado QWERTY integrado, tela de 3.1 polegadas sensível ao toque, câmera de 5 MP, GPS, Wi-Fi, 3G e memória expansível a até 32 GB com cartões microSD. Mas o hardware é secundário, e a principal estrela do aparelho é o software. Como disse anteriormente:

O sistema operacional é o Android, do Google (versão 1.5), integrado com uma “plataforma social” desenvolvida pela própria Motorola batizada de MOTOBLUR. A idéia é integrar informações sobre seus contatos em múltiplas redes sociais em um único ponto, para que você possa acompanhar “de relance” tudo o que acontece.

Suponha que um amigo telefone para você: na tela surgem a foto dele, número do telefone e último “status” publicado em uma rede social. Ao responder a uma mensagem, você pode escolher por onde quer que a resposta seja enviada: e-mail, SMS, MMS, Twitter, Facebook, etc.

Na agenda, as informações de contato de uma pessoa são agrupadas com todo o seu histórico de conversas com ela. Aplicativos como o “Happenings” mostram tudo o que acontece com seus amigos em um único local, e o “Social Status” permite que você atualize seu perfil em várias redes sociais de uma vez só.

Tudo isso é integrado a uma solução de backup, que armazena informações de login, conversas e listas de contatos em um servidor seguro da própria Motorola. Se você perder o telefone, ou mudar de aparelho, pode restaurar facilmente o backup com apenas alguns cliques. O serviço também faz uso do GPS para localizar aparelhos perdidos ou roubados, mostrando sua posição em um mapa, como no iPhone.

O aspecto social do MOTOBLUR é importante no Brasil, onde segundo pesquisas recentes 80% dos usuários de internet usam uma rede social, contra 66% da média mundial.

O sistema de “pré-cadastro” para compra é curioso: não se trata de uma pré-venda, mas apenas de uma espécie de “declaração de intenção de compra”, o equivalente a dizer “Motorola, eu quero um DEXT”. Mais tarde, o usuário será contactado pela operadora que irá comercializar o aparelho no Brasil (a Claro, com exclusividade até oinício de 2010) com uma proposta de venda mais formal.

A idéia por trás da ação é clara: gerar expectativa (hype), dando ao aparelho um ar de “produto da moda/exclusivo” e “compre já antes que acabe” como aconteceu quando o iPhone chegou ao Brasil.

O que os usuários que fizerem o “pré-cadastro” não vão saber é o preço, que ainda não foi divulgado. Haverá várias opções, atreladas a diferentes pacotes de minutos e planos de dados como no iPhone, mas os detalhes ainda não foram definidos. Segundo João Cox, presidente da Claro, o preço estará “no patamar do iPhone” e o aparelho também será oferecido “desbloqueado”, sem subsídios.

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17/09/2009 - 16:19

Samsung também traz Android

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Samsung Galaxy i7500Smartphones Android são que nem ônibus. Demoram a chegar, mas quando vem chegam todos juntos. Ou pelo menos essa é a impressão que tenho daqui da minha mesa. Mal terminou a coletiva da HTC para o anúncio do Magic e recebo um press-release da Samsung anunciando o Samsung Galaxy i7500, o “primeiro smartphone Android do Brasil”.

Perai, como assim primeiro? A HTC não anunciou antes? Anunciou, mas o critério da Samsung é a chegada nas lojas: o Galaxy estará à venda na semana que vem, e o Magic só chega na segunda semana de outubro. A HTC promete, mas a Samsung entrega. Sim, o mercado e tecnologia é bastante concorrido.

O Galaxy tem algumas semelhanças com o Magic: ambos são smartphones GSM/3G com telas sensíveis ao toque (3.1 polegadas no Magic, 3.2 polegadas no Galaxy, diferença nula na prática) e câmera de 5 MP, com Wi-Fi (802.11 b/g) e GPS. Nenhum deles tem um teclado físico. Mas o Galaxy leva vantagem na tela AMOLED, tecnologia que oferece qualidade de imagem muito superior à tela TFT do Magic, e no espaço interno: são 8 GB de memória, expansível com cartões microSD.

O Galaxy tem outra coisa que o Magic não tem: o preço sugerido pelo fabricante, que é de R$ 1.799. Mais barato que concorrentes como o Nokia N97 (R$ 2.399). Não há informações sobre operadoras, o que geralmente significa que ele estará disponível em todas elas.  Já pedi minha unidade para review, e assim que puser as mãos nele conto as novidades.

E acabei de saber: a TIM irá vender os dois aparelhos, mas não define datas. Preços e condições serão informados no início das vendas.

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11/08/2009 - 13:49

Celulares ainda não substituem as câmeras digitais

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Durante a coletiva de abertura da PhotoImageBrazil 2009 Alex Deli Ivanov, gerente de negocios da empresa de consultoria GfK, divulgou alguns números interessantes que contrariam a noção de que os telefones celulares irão “matar” as câmeras digitais dedicadas. A verdade é que, pelo menos por enquanto, as câmeras estão na frente.

É verdade que em volume os celulares dispararam. Afinal, topo celular moderno tem uma câmera embutida, mesmo que ela não seja o principal foco do aparelho. Segundo números da GfK, no mercado mundial de dispositivos de captura de imagem os telefones celulares com câmera (camphones) respondem por 85% do volume de aparelhos comercializados, enquanto as câmeras ficam com 13%.

Entretanto, em termos de capacidade e recursos, as câmeras ainda lideram: a maioria esmagadora dos camphones vendidos no Brasil ainda tem câmeras VGA, e só 6% tem câmeras de 5 MP ou mais, capazes de concorrer com as câmeras  digitais. Ainda assim, a maioria das câmeras vendidas no país (35% do mercado) tem resolução entre 8 e 9 megapixels. E há ainda o fator preço: um celular equipado com uma câmera de 3 MP custa em média R$ 770, e com esse valor é possível comprar uma câmera de 10 MP de boa qualidade.

Por fim, um dado curioso: o mercado de SLR (Single Lens Reflex, as câmeras “profissionais”) no Brasil, e em geral na América Latina, é minúsculo: menos de 1% do total, em contraste com 8 a 9% no mercado mundial. Preço e até mesmo a segurança (medo de assaltos) são alguns dos fatores que inibem a adoção destes modelos mais sofisticados.

A PhotoImageBrazil 2009 acontece entre 11 a 13 de Agosto das 14:00 às 21:00 no centro de exposições imigrantes, em São Paulo. A feira é voltada aos profissionais da indústria de imagem, e a entrada de menores de 16 anos, mesmo acompanhados, é proibida. Mais informações sobre a feirsa e o credenciamento estão disponíveis no site oficial.

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20/01/2009 - 12:59

Debate aborda mobilidade como novo caminho para mídia

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Há anos que os aparelhos portáteis, especialmente celulares, estão dando as caras na geração e propagação de conteúdo. Obviamente que o meio ainda é pouco difundido, mas toma força a cada novo aparelho desenvolvido. A palestra de Mobilidade, que aconteceu nesta terça-feira de manhã na Campus Party, colocou diversos especialistas do assunto para debater sobre quais são os defeitos, soluções e para onde deve ir esse novo jeito de se fazer mídia.

A palestra teve a participação de Juliana Vilas (UrblogÉpoca São Paulo), Rafael Sbarai (Consultor de novas mídias da Veja), Henrique Martin (blogueiro do Zumo) e Eduardo Brandini (chefe de redação da TV Bandeirantes), a blogueira Bia Kunze (Garota Sem Fio) foi a moderadora.

De acordo com Martin, um dos grandes problemas ainda enfrentados é a interface dos celulares, que ainda não possuem a melhor acessibilidade. “Por exemplo, o iPhone, que é um dos grandes expoentes da mobilidade, ainda não tem o melhor teclado touchscreen nem a melhor câmera para o usuário criar conteúdo”, disse. Já para Sbarai, “é necessário começar a formatar os sites de conteúdo para esse novo formato mobile, algo que poucos sites têm feito”.

Segundo Brandini, sempre que uma nova tecnologia aparece, soluções e novos problemas a acompanham. “Nós descobrimos que os furos de reportagem com imagens de celular nos ajudam muito, mas também percebemos as grandes falhas que ainda existem para entravar o uso pleno dessa plataforma”, afirmou o repórter.

Conteúdo

Algo que todos da mesa concordaram é a falta de conteúdo específico para o mobile. Juliana afirmou que ela sente mais necessária uma difusão melhor de prestação de serviços, “ainda falta uma maneira fácil e rápida de, por exemplo, eu saber que vias estão congestionadas enquanto estou no trânsito, como fazer para evitá-las e o porquê estão assim”.

Mas o “buraco é mais embaixo”, para Brandini. “O problema é que essa plataforma ainda é um nicho, não está bem disseminada. Por exemplo, falta conteúdo de entretenimento para celulares, mas não tem como você pensar em uma TV formatar um jogo de futebol para a plataforma móvel, já que com a televisão ela alcança todo e qualquer tipo de público. Ainda é complicado pensar nisso”, disse.

Sbarai ainda reafirmou seu cetismo quanto ao (pouco) conteúdo que é produzido hoje no Brasil para o mobile. “Tenho uma visão um pouco cética (da produção), pois os portais apenas traduzem o que têm no seu site para o celular. Os portais não pensam no que o usuário quer ver dentro do celular. O usuário já sabe o que quer, nós, como novas mídias, ainda não sabemos como podemos explorar isso corretamente”, afirmou.

Quando a moderadora Bia Kunze afirmou que o que falta de verdade é mais entretenimento para atrair mais usuários, Martin rebateu, afirmando que a plataforma se beneficia muito com o conteúdo “sério”. “Não podemos jogar apenas mais Big Brother nos celulares para trazer mais pessoas. Sei que isso gera receita, mas a parte mais ‘séria’ não pode ser esquecida. Um exemplo disso é que quando Steve Jobs se afastou de seu cargo na Apple, eu só tive chance de divulgar a notícia rapidamente no meu blog pois eu estava no Twitter seguindo pessoas mais ‘jornalísticas’ e que puseram a informação no ar”.

No final, o debate não teve grandes discussões, na maior parte dos temas os palestrantes concordavam ou, no máximo, complementavam a opinião do outro. Mas o assunto mais “espinhoso” comentado foi das barreiras que ainda são impostas pelas prestadoras de serviço para liberarem um acesso mobile melhor. Nesse caso todos os presentes na mesa concordaram de que falta muito incentivo para que essa nova mídia se torne mais democratizada.

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02/12/2008 - 13:03

Novo Nokia N97

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A Nokia anunciou hoje, durante o evento Nokia World 2008 em Barcelona, na Espanha, sua verdadeira “resposta” ao iPhone. O Nokia XpressMusic 5800 foi só um tiro de aviso, o “petardo” mesmo é um membro da família NSeries (a mais sofisticada linha de aparelhos da Nokia), batizado de Nokia N97.

O aparelho é um smartphone touchscreen, equipado com uma tela LCD de 3.5 polegadas com resolução de 360 x 640 pixels (mais alta que a do iPhone) e nada menos que 32 GB de memória interna, expansível com cartões SD de até 16 GB, para um total de 48 GB de músicas, fotos, vídeos e jogos. Não contente com a tela sensível ao toque, e sabendo que nem todos morrem de amores pela tecnologia, a Nokia incluiu também um teclado QWERTY completo, escondido abaixo da tela (basta deslizá-la para cima, como no HTC Touch Diamond ou T-Mobile G1).

Claro, sendo um NSeries topo de linha o N97 (que pesa 150 gramas e mede 5,53 x 11,7 x 1,59 cm – largura x altura x profundidade) tem Wi-Fi (802.11 b/g), GPS (com A-GPS), rádio FM estéreo, saída pra TV, Bluetooth completo, câmera de 5 MP com lentes Carl-Zeiss com flash e foco automático (e câmera secundária pra videochamadas), alto-falantes estéreo e suporte a redes 3G. O sistema operacional é o S60 Quinta Edição, com total suporte à tela de toque, como no XpressMusic 5800. 

O Nokia N97 chega ao mercado europeu no segundo semestre de 2009 (ou seja, deve dar as caras por aqui no final do ano que vem), com preço sugerido, lá, de 550 Euros (sem subsídios das operadoras). Abaixo, veja um videozinho com uma apresentação rápida dos recursos do aparelho e mais três fotos.

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