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24/01/2009 - 23:33

Campus Party 2009 se despede em clima de festa

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Depois de seis dias acampados no Centro de Exposições Imigrantes, os mais de quatro mil campuseros começam a desmontar suas barracas e a fechar seus laptops.

O evento termina oficialmente neste domingo, ao meio-dia, entretanto muito gente prefere curtir a ressaca digital em casa.

A festa de despedida se encerra na madrugada deste domingo e conta com a presença de “Vila Brasil – Richard Serraria e Banda”, “A Paleja de Benedito com o Diabo”, um teatro de bonecos, “Totonho e os Cabra” e Dj Flávia Durante; “Loop LeMonkey” é quem fecha a noite às 2h00.

Os números oficiais do evento serão divulgados neste domingo. A cobertura completa do Campus Party você confere no iG Tecnologia.

Show do Vila Brasil – Richard Serraria e banda

Autor: - Categoria(s): evento Tags:
24/01/2009 - 22:50

Ator de “Caminho das Índias” participa do Campus Party

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O ator André Artech, que interpreta o personagem indiano Indra, na novela global “Caminho das Índias”, foi um dos convidados para participar do Campus Party. Ele, que vive um blogueiro na ficção, foi quem entregou os prêmios aos blogs vencedores nas categorias “Melhor Podcasting”, “Melhor Design” e “Melhor Blog” do tradicional “Best Blogs Brasil”, promovido pelo BlogBlogs.

Artech ainda não apareceu na novela como blogueiro, mas isso deve acontecer nos próximos capítulos. “O blog existirá na ficção e na vida real. O pessoal contribuirá dando idéias e essas sugestões poderão ser inseridas na novela. Ele também divulgará outros blogs e servirá como um canal de interatividade entre os leitores e a TV”, disse o ator.

Conversamos com Artech após a premiação. Confira o bate-papo abaixo:

iG: Como é interpretar um blogueiro? Você já blogava antes?
André Artech: Sempre gostei. Eu tinha um blog que se chamava “Diálogos Míticos”, onde publicava minhas impressões. Depois que fiquei sabendo que o papel seria um blogueiro decidi desativá-lo para evitar confusões.

IG: Como será escrever como um personagem sem se deixar levar e colocar um pouco do André nos posts?
AA: Essa é a grande brincadeira e o grande desafio. Fiquei sabendo que o Indra seria um blogueiro bem depois que a novela tinha começado. Quando me deparei com o personagem comecei a pesquisar bastante sobre o tema.

IG: O que você está achando do Campus Party?
AA: O tamanho superou as minhas expectativas. A proposta é muito interessante. Esse contato visual é muito legal.

IG: Você é um heavy user? Tem amigos virtuais?
AA: Uso a internet para manter contato com pessoas que estão longe, como no caso da minha irmã, que mora em Londres, e de um amigo, que mora no Acre. Também uso bastante em pesquisas. Não tenho amigos virtuais; nunca aconteceu comigo…ainda.

IG: Você é ligado em tecnologia, em games etc?
AA: Não sou muito ligado em tecnologia, mas por causa da novela estou ficando mais interessado no assunto. Não jogo também.

Autor: - Categoria(s): evento Tags:
24/01/2009 - 21:53

CP01 nasce ao vivo na Campus Party

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Conforme previsto o CP01, o “robô open source”, nasceu ao vivo durante uma apresentação no palco principal da Campus Party nesta noite de sábado. O evento atraiu uma multidão de curiosos, que se aglomeraram em volta do palco para ver a máquina “ganhar vida”.

Durante uma semana a equipe do projeto, aquartelada em uma verdadeira oficina na área de robótica, trabalhou duro para cumprir o prazo: alguns membros chegaram a encarar maratonas de 60 horas sem dormir. Partes do esqueleto foram criadas no local, a partir de barras de alumínio usando tornos e furadeiras trazidos para a Campus Party, bem como a “casca” externa que dá à máquina sua aparência, feita a partir de uma resina acrílica usada em próteses dentárias.

Modificações no projeto foram feitas até o último minuto: um dia antes do “nascimento” a equipe ainda tentava encontrar um jeito de manter a comunicação via Wireless entre os módulos que controlam cada membro do robô, mas desistiu da idéia devido à interferência causada pelo grande número de redes sem-fio no Centro de Exposições Imigrantes e acabou tendo de modificar o sistema de comunicação para usar uma rede cabeada.

No palco, os membros da equipe trabalhavam freneticamente até mesmo enquanto Marcelo Branco e o Prof. Alexandre da Silva Simões, um dos coordenadores do projeto TORP (The Open Robot Project, do qual o CP01 é o primeiro resultado), faziam uma introdução e agradeciam aos patrocinadores e colaboradores. No fim Murphy interferiu, algumas coisas não saíram como deveriam e o CP01 não pode ser devidamente apresentado como planejado.

Mas ele deu, sim, sinais de vida. No telão, era possível ver a mesma cena vista pela câmera do robô, que assinalava as faces das pessoas à sua frente, mostrando que o sistema de reconhecimento de faces funcionava. Também foi demonstrado o sistema de reconhecimento de escrita (OCR): uma pessoa segurou cartazes em frente ao robô, que conseguiu ler e mostrar na tela frases como “Campus Party” e “TORP – The Open Robot Project”.

No fim, por pressão do tempo, o robô teve de ser retirado do palco antes de poder se mover, como era o planejado. Mas o trabalho de montagem prossegue na área de robótica e vai além da Campus Party: espera-se que em junho, por ocasião da décima edição do Fórum Internacional do Software Livre (FISL) o robô possa aparecer em toda sua glória. Segundo Mário Teza, um dos organizadores do FISL, a idéia é que o CP01 participe de um “link” ao vivo com a estação espacial internacional (ISS), intermediando uma conversa entre os astronautas e o público.

Todas as especificações do projeto TORP, incluindo a parte elétrica, mecânica e o software, são abertos, e podem ser baixados gratuitamente no site http://www.theopenrobotproject.org

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24/01/2009 - 21:15

TV 3D é atração em Campus Party

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A Philips, em parceria com a Telefônica, patrocinadora master do evento, aproveitou a ocasião para mostrar um de seus produtos de ponta: a TV 3D.

A tecnologia vanguardista dispensa o uso de óculos especiais e já está disponível no mercado internacional. A transmissão por meio dessa TV tem algumas particularidades e ainda não se sabe quando um formato padrão será estabelecido no Brasil.

Nas fotos não é possível identificar os efeitos tridimensionais, já que somente o olho humano é capaz de captar essas sobreposições.

O aparelho já está sendo comercializado para uso publicitário em eventos, mas só deve chegar ao consumidor final brasileiro em 2013.

Durante o Campus Party uma das TVs expostas exibia um conteúdo exclusivo, desenvolvido pelos participantes acampados no local.

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24/01/2009 - 19:03

Campus Party: Coelhinha da Playboy é assediada no evento

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Desde o início da Campus Party, o estande da Abril tem utilizado da presença de coelhinhas da Playboy para atrair mais “curiosos” ao seu espaço. Se, neste evento, caberia ou não tal forma de “publicidade”, não nos resta julgar, o problema, no entanto, está “mais embaixo”. Na tarde deste sábado, enquanto três coelhinhas andavam pela arena do evento, tirando fotos e distribuindo flyers, um campusero decidiu se aproveitar da garota; após o flash da foto, ele “passou a mão” na menina, deixando-a constrangida.

A reação da coelhinha foi de indignação instantânea e o rapaz revidou desconversando, fingindo que não havia feito nada. A garota, nervosa, desistiu da argumentação e foi embora com os olhos marejados.

Foto: skateonrails

Indignada com a atitude, coelhinha preferiu se retirar do que brigar

Os blogueiros e campuseros do evento reagiram com veemência à atitude do rapaz, que em seu Twitter afirmou que tudo não passava de uma aposta: “Eu fiz o que todos no evento queriam fazer, mas não tinham coragem”, se vangloriou.

O debate da ação tomou todas as mídias sociais online, entretanto, infelizmente, nenhuma atitude real foi tomada, nem pelos campuseros, nem pela organização do evento.

Assim como aconteceu com a banda Leme, a atitude de mau-gosto envergonha todos os participantes do evento. Só dá para esperar que esse tipo de coisa nunca mais aconteça na Campus Party.

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24/01/2009 - 18:05

Área de simulação é uma das mais disputadas na Campus Party

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Ao entrar na Arena da Campus Party algumas áreas chamam mais atenção. Esse é o caso, por exemplo, do setor de simulação. Em um telão são exibos incessantemente cenas de batalhas aéreas dignas de filmes blockbusters.

São dois simuladores de vôo. O do grupo 422nd simula os confrontos da 2ª Guerra Mundial. O cockpit foi todo feito em casa, com produtos que podem ser manuseados facilmente por qualquer pessoa. O grupo ainda promete enviar um tutorial de como construir o aparelho para quem passar pela área.

O 422nd existe desde 2002 e é composto, basicamente, por entusiastas de simuladores e aeromodelismo. A faixa etária do grupo vai dos 15 aos 50 anos. “É sensacional ver esse tipo de união entre pessoas que gostam da mesma coisa. Eu acho que vou me alistar também”, disse Carlos Henrique, de 32 anos, enquanto saía feliz do cockpit após ser abatido por uma bateria anti-aérea lançada por um porta-aviões.

Ao lado da batalha, está o simulador de vôos comerciais do International Virtual Aviation Organization (IVAO). Nele, o maior desafio não é desviar de balas, mas sim conseguir fazer uma aproximação descente e, quiçá, aterrizar seguramente no aeroporto virtual.

Os dois simuladores possuem características diferentes que exigem técnicas particulares de seus pilotos. Prova do profissionalismo das máquinas é a participação de pilotos reais nas demonstrações.

Se você acha que está velho demais para entrar no mundo dos simuladores – e por que não dos games? -, pense duas vezes e sinta a paixão dos aficionados da categoria: “Esse jogo vai acabar com a sua vida social”, afirma o site do 422nd.

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24/01/2009 - 12:30

Os famosos da Campus Party

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Não é preciso ser um geek para saber quem são as pessoas que passaram pelo Campus Party nos últimos seis dias. Entre os convidados estiveram políticos, apresentadores, ícones da internet, cantores, celebridades cibernéticas…

A diversidade encontrada no espaço onde acontece o maior evento digital é tamanha que torna-se tarefa fácil encontrar nerds, patricinhas, moderninhos, metaleros e hippies dividindo a mesma bancada e trocando arquivos.

Veja abaixo algumas das “celebridades” que compartilharam conosco os 10GB de internet ao longo da última semana ;p

Bruna Surfistinha

Cazé Pessanha

Coelhinhas da Playboy

De Leve

Eboman

Gilberto Gil

Prefeito de São Paulo Gilberto Kassab

Lobão

Jon “Maddog” Hall

Marcelo Duarte

Marimoon

Miranda

Tux, o pinguim do Linux

Governador de São Paulo José Serra

Soninha

Banda Teatro Mágico

Tim Berners-Lee

Vice-governador de São Paulo Alberto Goldman

Crédito//Fotos: Flickr Receita do Sucesso, Flickr Campus Party Brasil, Renata Honorato, Caio Teixeira e Lucas Simon.

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23/01/2009 - 17:47

Campus Party: Palestra sobre pornografia é uma das mais disputadas do evento

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Uma das palestras mais inusitadas e interessantes da Campus Party aconteceu na tarde desta sexta-feira: “Internet is for Porn? (Internet é para pornografia? – tradução livre)”. O evento contou com a participação de Alessandro Martins (blogueiro do site Pink, The Kinky), Zander Catta Preta (responsável pelo iG Sexo), Fernanda Lizardo (blogueira do Sexto Sexo), Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha) e foi moderado por Edgard Reymann (Sax Magazine, e ex-editor das revistas Sexy Premium e Playboy).

Sem dúvida alguma que a palestra foi uma das mais disputadas de toda a Campus Party até esta sexta-feira. Pessoas amontaram-se em frente a mesa dos palestrantes, sentaram no chão e mais tantas outras que acompanharam o debate via streaming ao vivo.

A palestra foi bem-humorada. O blogueiro Cristiano Dias chegou a pedir conselho para os palestrantes: “tenho uma filha de 12 anos e fico com medo de que, quando ela começar a se interessar por garotos, possa acabar deixando vazar fotos impróprias suas na internet, como vemos todos os dias”. Os palestrantes concordaram que não há muita coisa a se fazer: “Acho que a internet acaba gerando um padrão de comportamento para o usuário. Invariavelmente os adolescentes vão se deparar com a pornografia e é aí que a educação recebida os fará tomar suas próprias decisões”, afirmou Catta Preta. Já a blogueira Fernanda foi mais sarcástica: “O melhor jeito de lidar com a situação é tentar ganhar algum dinheiro com isso”. “Contanto que isso seja feito após ela completar 18 anos”, emendou.

Porn 2.0

O tema acabou encaminhando para o lado da web 2.0 e Martins afirmou que a pornografia é uma área interessante para o “colaborativismo” do usuário. “É muito legal ver conteúdo produzido pelo próprio internauta. Foi assim que eu criei meu blog, sem fins-lucrativos, apenas querendo me expressar e querendo mostrar as coisas que eu gosto”, disse o blogueiro. Bruna Surfistinha ainda citou fóruns de acompanhantes. Nesses sites, voltados para garotas de programa, o usuário sai com uma menina e avalia a ‘performance’ no site”, contou.

Catta Preta já abordou o ponto rentável desse tipo de negócio:“Esse ainda não é um tipo de serviço que consegue se manter, nem alcança um sucesso gigante, mas no futuro, provavelmente será esse tipo de produto que venderá bastante”.

Anonimato

Em um determinado momento, uma espectadora da palestra contou que possuía um site erótico, onde trocava contos e fotos entre seus usuários e perguntou à mesa o que eles achavam do anonimato da internet. “Acredito que essa coisa de não saberem quem é quem, o fato do usuário não precisar se identificar, poder observar sem ser observado, ajudou muito a pornografia online a prosperar”, disse Fernanda.

“No meu caso, quando eu montei meu blog e deixei minha identidade ser relativamente revelada isso me ajudou na minha profissão”, disse Surfistinha. “Os homens que liam meus textos no meu blog queriam ser parte da história”, disse a ex-garota de programa e agora escritora. “Os homens adoram ser avaliados e morriam de vontade que eu os tornasse personagens das minhas histórias”, completou.

Martins optou por deixar sua identidade descoberta. “Acho que as pessoas gostam de saber quem eu sou e o que um autor de um site pornográfico faz na vida offline. No meu caso foi algo natural sair do anonimato”, disse.

E os lucros?

Catta Preta deixou claro que, apesar da grande audiência gerada pelo conteúdo sexual, o ramo ainda não é o mais lucrativo. “É claro que sempre existem os ‘big players’ e as produtoras gigantes que faturam bastante, mas para o usuário ainda é difícil conseguir ganhar dinheiro com produções próprias, algo que alguns blogueiros já conseguem fazer”, disse.

Para Surfistinha já foi diferente: “Tenho que agradecer ao meu site, que consegue faturar o suficiente para me manter, mas vejo outras conhecidas tentando fazer o mesmo e elas não têm a mesma sorte que eu”.

Martins já prefere que seu site seja sem fins-lucrativos: “Eu adotei um modelo de negócio que só quer repassar o produto. Normalmente eu gosto de postar o conteúdo gerado por algum amador e lhe dar os créditos, mas não peço nada em troca”.

No final, a palestra disputou diretamente (em público) com o debate acirrado entre José Henrique Santos Portugal (representando o Senador Eduardo Azeredo), Fernando Neto Botelho (Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais), Sérgio Amadeu e Ronaldo Lemos sobre o futuro da internet no Brasil.

*Fotos: Thaís Pontes

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23/01/2009 - 12:11

Bebidas alcoólicas causam problemas na Campus Party

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Embora a entrada de bebidas alcoólicas seja proibida no Centro de Exposições Imigrantes, a madrugada desta sexta-feira foi tensa justamente por conta de alguns campuseros que exageraram na dose. Muitos participantes conseguiram entrar na arena com destilados camuflados em garrafas de água, causando problemas para a equipe de segurança.

Pela madrugada dois acampados brigaram dentro do camping, ambos alterados por ingestão de bebida alcoólica. A segurança tomou as devidas providências, colocando os rapazes para fora como previsto no regulamento. Após o incidente, a equipe responsável pela segurança do local revistou todos as garrafas em posse dos campuseiros.

Muitos campuseros protestaram contra a atitude da organização.

Crédito//Imagem: Getty Images

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23/01/2009 - 11:21

Banda carioca é vaiada na Campus Party

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Ontem à noite, por volta das 23h00, a banda Leme foi fortemente vaiada durante sua apresentação no palco principal. O público, não contente com o som escrachado do grupo, levantou, foi para a frente do palco e entoou um “Ih, fora” que fez com que os artistas não tivessem outra opção que não parar o show no meio.

O constragimento de alguns foi destacado em posts “blogosfera” afora. A banda que se apresentou na sequência não teve problemas com a platéia.

Os shows fazem parte da programação do Sarau Digital, que sempre traz bandas e DJs para fechar as noites.

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