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Arquivo da Categoria software

04/01/2010 - 17:56

Google começa captura de imagens para o Street View em SP e RJ

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O Google começou oficialmente nesta segunda-feira a captura de imagens das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro para uso no Street View, o recurso do Google Maps que permite ao usuário “passear” pelas ruas de uma cidade através de fotos do local.

Para isso, uma frota de 30 carros Fiat Stilo vermelhos já circula pelas cidades (20 deles em São Paulo, 10 no Rio de Janeiro). Os veículos foram especialmente equipados para a tarefa, e carregam sobre o teto um “mastro” com equipamento de captura (nove câmeras fotográficas e sensores de distância) além de baterias, um computador e discos rígidos para armazenamento das imagens (e informações de GPS) no porta-malas.  Cada carro tem dois motoristas, que se revezam durante o dia, e é responsável por mapear um “setor” da cidade. São Paulo, por exemplo, foi dividida em 20 setores.

Em teoria o processo de captura é simples. Enquanto o motorista dirige o carro pela cidade as câmeras capturam um novo conjunto de imagens em intervalos predefinidos: em condições de trânsito ideais, a cada 15 metros. As câmeras no mastro são arranjadas de forma circular: oito delas capturam um panorama em 360º ao redor do carro, e a nona câmera captura uma imagem do céu. Software desenvolvido pelo Google costura estas imagens em um panorama “navegável”, pronto para ser integrado ao Google Maps. Mas antes há um passo importante: placas de veículos e rostos de pessoas são “borrados” para que não possam ser identificados e preservar a privacidade.

Uma curiosidade: a captura de imagens é feita apenas em dias de sol. O motivo é que, embora o equipamento em si não tenha problemas com a água, a qualidade das imagens não é boa o suficiente. Também poderiam haver problemas na “costura” das imagens: nem sempre uma rua é capturada de uma vez só, e para o usuário seria estranho ver uma rua ensolarada numa foto e o mesmo local debaixo de chuva no clique seguinte.

Não existe uma data predefinida para que as imagens de SP e RJ (e Belo Horizonte, que já foi mapeada e serviu como “laboratório de testes”) sejam adicionadas ao Street View. O Google quer capturar uma quantidade “substancial” de imagens antes de colocá-las no ar, em um processo de deve levar cerca de três meses. Some-se a isso o tempo necessário para processamento e integração aos mapas e chegamos a uma estimativa de algo entre cinco e seis meses segundo Marcelo Quintella, gerente do produto Google Maps (que engloba o Street View) no Brasil.

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07/12/2009 - 19:56

Google Googles: busca com imagens no seu smartphone

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Google GogglesO Google anunciou nesta segunda-feira uma nova tecnologia de busca para smartphones equipados com seu sistema operacional Android: é o “Google Goggles” (algo como “óculos do google”), que permite fazer buscas na internet tendo como ponto de partida uma imagem.

Imagine que você está em um museu e vê um quadro que lhe interessa. Entretanto, não há nenhuma plaquinha por perto para indicar o artista ou nome da obra, ou você está com preguiça de digitar. Basta sacar o smartphone, abrir o Google Goggles e bater uma foto do quadro. Em segundos os resultados, que podem incluir a página do artista na Wikipedia, imagens similares no Google Image Search e mais, aparecem em uma janela do navegador.

O sistema funciona usando uma sofisticada tecnologia de processamento de imagens, que combina reconhecimento de caracteres (para o texto no rótulo de um produto, por exemplo), de padrões, de formas e de imagens como um todo para extrair da foto informações suficientes para gerar uma busca. Segundo o Google, o serviço conta com um banco de dados com 1 bilhão de imagens para fins de comparação.

Além disso, os usuários também podem ajudar: é possível dar uma nota (de 1 a 5 estrelas) para os resultados, o que ajuda o Google a ajustar a precisão do serviço, que ainda está em fase experimental: ele funciona muito bem, por exemplo, com produtos como garrafas de vinho, pontos turísticos e obras de arte, mas não reconhece animais. Também não é capaz de reconhecer pessoas, mas por outro motivo: a tecnologia está disponível, mas há questões de privacidade, diz o Google.

O Google Goggles é um gratuito e roda em qualquer smartphone equipado com o sistema operacional Android 1.6 ou versão mais recente. Mais informações (em inglês) podem ser encontradas na página oficial do programa, em www.google.com/mobile/goggles

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29/10/2009 - 10:01

Google apresenta novo Orkut

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Novo OrkutO Orkut ganha, a partir de hoje, sua primeira “reforma” geral desde seu lançamento em Janeiro de 2004. O Google está anunciando uma nova versão do serviço, que segundo a empresa foi “totalmente redesenhado para aprimorar a experiência de navegação, integração e comunicação dos usuários”.

Na prática isso significa mais facilidade, e velocidade, para enviar fotos (recurso mais popular, segundo 67% dos usuários), mais possibilidades de personalização da home page, inclusive com a capacidade de trocar a cor da página e navegação simplificada entre contatos e comunidades. Também ficou mais fácil encontrar amigos, com uma função que busca pessoas na sua lista de contatos do GMail, por exemplo.

Na parte técnica, o código do Orkut foi totalmente reescrito em GWT (Google Web Toolkit), em um trabalho que levou nove meses. O resultado foi um ganho em desempenho: algumas funções, como o upload de fotos, são três vezes mais rápidas. Entretanto, isso exige mais do navegador: o novo serviço não é compatível com o Internet Explorer 6, e segundo o Google exige um navegador moderno como o Google Chrome, Firefox, Safari ou as versões 7 e 8 do Internet Explorer.

Segundo Berthier Ribeiro Neto, diretor de engenharia do Google para a América Latina, a nova plataforma vai facilitar a inovação: “nos próximos seis meses o Orkut vai mudar, e vai mudar muito”, diz ele. Berthier, que trabalha no “campus” do Google em Belo Horizonte, é um dos responsáveis pelo projeto do novo Orkut. Desde o final de 2008 a responsabilidade pelo serviço é compartilhada por equipes no Brasil e na Índia, países onde a rede é mais popular.

Victor Ribeiro, diretor de produtos Orkut no Google, diz muitas das novidades foram testadas “na surdina” já no “velho” Orkut ao longo dos últimos meses. Por exemplo, o scrapbook foi reescrito com a nova ferramenta GWT no início deste ano, mas poucos notaram a mudança.

O acesso ao novo Orkut será feito através de convites, assim como acontecia no Orkut original. Segundo o Google, a expectativa é de que até o final do primeiro semestre de 2010 a maioria dos 80 milhões de  usuários já tenha migrado para a nova versão. E quem não for convidado de primeira não precisa de preocupar: a versão “antiga” continuará funcionando normalmente, sem perda de dados ou recursos.

PS: Não adianta pedir pessoal, não tenho convites para distribuir

Ao povo dos comentários: Leram tudo? Ainda não entenderam como funciona?
Então cliquem aqui para tirar suas dúvidas

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21/10/2009 - 15:31

Microsoft lança Windows 7 em SP

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A Microsoft anunciou nesta tarde de quarta-feira em São Paulo o lançamento do Windows 7. Após três anos de desenvolvimento, e de ser testado por 8 milhões de usuários em 113 países, o sistema chega às lojas a partir da meia-noite, em 4 mil pontos de venda em todo o país.

Segundo Darren Huston, vice-presidente corporativo de produtos online e para o consumidor da Microsoft, um dos pontos mais importantes no Windows 7 foi que a empresa ouviu as sugestões dos usuários. “Deixem as coisas mais simples”, “quero um PC que não falhe” e “quero fazer mais coisas com meu PC, mas elas precisam ser mais fáceis” foram alguns dos pedidos, o que levou a Microsoft a focar na experiência do usuário e definir o slogan do sistema como “Incrivelmente simples”.

Leia no iG Tecnologia
» Veja o que há de novo no Windows 7
» Tire suas dúvidas sobre o Windows 7
» Análise: Com 7, Microsoft simplifica o Windows

»
10 Máquinas com o Windows 7 pré-instalado

Mas o Windows 7 também é o “melhor sistema operacional para negócios”, diz o executivo, graças a mudanças como tempo de boot mais rápido, busca universal em documentos espalhados por todo o PC, conexão mais fácil a hotspots e melhor criptografia de dados.

O sistema também possibilita a adoção de novas tecnologias, como telas multi-toque e notebooks incrivelmente finos, equipados com discos de estado sólido e baixíssimo consumo de energia, que levarão a novos formatos para os PCs do dia-a-dia.

Versões e preço

Dentre as versões do Windows que chegarão às lojas, a mais barata é a Home Basic, a ser comercializada por R$ 329, e indicada para PCs de mercados emergentes com acesso à internet e recursos básicos de produtividade. A versão Home Premium é indicada pela Microsoft como padrão para o consumidor final com novo hardware e maiores recursos de conectividade. Será vendida por R$ 399.

Com foco em pequenas e médias empresas, o Windows 7 Professional traz mais recursos de conectividade e ferramentas de segurança e backup, e vai custar R$ 629. Traz ferramentas como criptografia de disco, acesso remoto ao desktop e o “Modo Windows XP”, que resolve problemas com programas incompatíveis com o Windows 7 rodando-os dentro de um “Windows XP Virtual”.

A versão mais cara do 7 é a Ultimate, que sairá por R$ 669, voltada a entusiastas de tecnologia e engloba todos os recursos de todas as outras versões do sistema operacional. Usuário do Windows 7 Professional e Windows 7 Home Premium poderão fazer um “upgrade” para a versão Ultimate usando o sistema “Windows Anytime Upgrade”.

Ênfase no original

O Windows 7 tem novos mecanismos de validação e ativação, projetados para verificar a autenticidade do sistema operacional e impedir o uso e disseminação de cópias piratas. Entre eles, novos mecanismos para impedir o uso de chaves de ativação vindas de contratos de licença em grande volume e de “cracks” que burlem o sistema de ativação.

Quem tem o Windows original tem vantagens, como o acesso gratuito ao Microsoft Security Essentials, um conjunto de ferramentas de segurança, que inclui anti-vírus e anti-spyware.

O Windows 7 estará disponível em quatro mil pontos de venda em todo o Brasil, a partir das 00:00 de 22 de Outubro. Além da versão avulsa, o sistema também será comercializado em PCs de diversos fabricantes. Segundo Osvaldo Barbosa, da Microsoft, já há 148 modelos no mercado nacional certificados para rodar o novo sistema.

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20/05/2009 - 19:31

Mais Linux para seu netbook

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Uma boa notícia para os fãs de netbooks que preferem usar o Linux em suas máquinas. Já está disponível para download a primeira versão beta do Moblin 2.0, uma distribuição especialmente criada para rodar em ultraportáteis.

Interface dividida em zonas facilita o uso

Em relação a outros sistemas operacionais especializados, como o Ubuntu Netbook Remix, a principal diferença é a nova interface gráfica (vista acima), que abandona o conceito de “janelas e desktop” em prol de um sistema que torna mais fácil saber o que está acontecendo na máquina e alternar entre tarefas. O pessoal do Ars Technica detalhou as novidades em um artigo sobre o sistema.

O Moblin 2.0 Beta pode ser baixado gratuitamente no site oficial do projeto. Curiosamente, o arquivo tem exatos 666 MB. Antes de usar, o arquivo tem de ser gravado em um Pendrive usando um utilitário próprio para isso (instruções estão no site). E lembre-se de que o sistema é BETA, o que significa “use-o por sua própria conta e risco”.

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31/03/2009 - 18:52

O Conficker vem aí

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Amanhã, dia primeiro de abril de 2009, é a data em que o Conficker, um worm que vem se espalhando em larga escala por PCs de todo o mundo, está programado para receber “novas instruções”. Até agora, além de desativar programas anti-vírus, ele não faz muita coisa. O medo geral é de que ele “acorde” de mau-humor e resolva causar estragos em grande escala. Mas já são quase 19:00 de 31/03 aqui em SP, e não tenho ouvido falar de danos em regiões onde já é primeiro de Abril, como a Austrália ou Japão. Nas palavras da F-Secure, empresa especializada em segurança:

In summary: Conficker has activated. So far nothing has actually happened.” (Resumindo: O Conficker foi ativado. Até agora nada aconteceu)

Mas um worm é um worm, mesmo “dormente” não dá pra deixar a praga sozinha no PC. Os fabricantes de anti-vírus sabem disso, e prepararam ferramentas gratuitas para detectá-lo e removê-lo de micros infectados. A McAffe tem a “Avert Stinger Tool“, a F-Secure tem o EasyClean, e a Symantec tem a W32.Downadup Removal Tool. Todas fazem basicamente a mesma coisa. E para se proteger, valem as dicas de sempre:

1) Tenha um anti-vírus instalado e atualizado. Um anti-vírus desatualizado é pior que nada, já que causa uma falsa sensação de segurança

2) Mantenha seu Windows sempre atualizado com as últimas correções, service packs e patches da Microsoft. Na dúvida, abra uma janela do Internet Explorer e visite o Windows Update. Instale todas as atualizações de alta prioridade (opção de “Instalação Expressa” na tela inicial). Pode demorar, tenha paciência.

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17/02/2009 - 19:06

Que Windows é esse?

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Seven XPÉ uma tradição desde os tempos longínquos do Windows 95: sempre que a Microsoft lança uma nova versão do Windows, boa parte da curiosidade do público gira em torno não dos novos recursos que o sistema trará, mas de sua aparência. E inevitavelmente a comunidade de entusiastas do “deskmod”, como é chamada a prática de modificação da aparência do desktop, entra em cena e logo surge um kit para deixar seu Windows “velho” com cheirinho de novo.

A princípio, tais kits eram bem simples: um punhado de papéis de parede, sons, fontes e ícones, nada mais. Lembro-me que antes do lançamento do Windows 98 já circulava pela internet um pacote do gênero, que tinha também um programinha que modificava a aparência da barra de título das janelas: saía a cor sólida do Windows 95, entrava em seu lugar a barra de título em degradê do 98. Era o máximo.

Hoje em dia as mudanças são muito mais radicais. Um dos kits de transformação para o XP, batizado de “Vista Transformation Pack“, dá a ele recursos “exclusivos” do Vista, como janelas semitransparentes, um novo alternador de tarefas (aquele efeito de janelas empilhadas que surge quando teclamos Windows+Tab), menu iniciar com busca (que funciona tão bem quanto a do XP) e Gadgets, aqueles mini-aplicativos que vivem em uma barra na lateral direita da tela. A mudança é tão completa que, de relance, é impossível distinguir um XP “transformado” de um Vista de verdade. O programa é gratuito, mas sua instalação requer algum cuidado. Basta seguir atentamente as instruções (em inglês) na tela e tudo correrá bem.

Mas se você acha que o Windows Vista é “passado” e quer dar o próximo passo, a solução é o Seven Remix XP, um pacote de transformação também gratuito desenvolvido pela “Niwradsoft” que deixa seu Windows XP com um pouco da aparência do futuro Windows 7.

O kit muda papel de parede, estilo das janelas, sons, ícones, menu iniciar e proteção de tela, mas não adiciona recursos como a nova barra de tarefas (com seus botões quadrados, agrupamentos e outras firulas), o “Window Peek” (a capacidade de tornar todas as janelas transparentes, revelando o desktop atrás delas) e as Jump Lists (listas de ações para cada aplicativo ou janela aberta). Ainda assim, é uma mudança visualmente agradável e com um resultado próximo do que veremos no novo Windows quando ele chegar às prateleiras no fim do ano.

LeopardXP BrixopackE se você não gosta nem do visual do XP, nem do Vista, nem do Windows 7, que tal algo ainda mais diferente? O LeopardXP Bricopack deixa seu Windows XP com a cara e jeitão do Mac OS X Leopard, a versão mais recente do sistema operacional da Apple. Seu PC não vai ganhar recursos legais como os backups via Time Machine, iLife ou a imunidade à maioria dos vírus e pragas virtuais que circulam por aí, mas já dá pra sentir um gostinho de como é a vida do lado da maçã. Pelo menos Safari e iTunes são gratuitos.

Claro que suas opções não se limitam aos pacotes que mencionei. Com um utilitário como o Uxtheme Multi-patcher 6.0 um mundo de oportunidades se abre, e você pode usar qualquer um dos milhares de temas para Windows XP disponíveis em sites como o deviantART. A categoria Visual Styles, onde ficam os temas, tem opções para todos os gostos.

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15/12/2008 - 11:36

Jogando num Netbook

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Sempre que faço um review de um netbook, ou explico a alguém o conceito por trás do produto, deixo um aviso bem claro: “atenção, não é uma máquina para quem quer jogar“. Afinal, os jogos mais “quentes” do mercado, como Crysis e Left 4 Dead, ou mesmo alguns títulos mais antiguinhos como Doom 3, sequer chegam perto de rodar no chip de vídeo integrado (geralmente um Intel GMA 950) destas máquinas.

Mas o aviso é só uma “meia” verdade. Dá pra jogar, sim, nestas máquinas, se você não se importa em se divertir com alguns títulos mais antigos e não faz questão do máximo em qualidade gráfica. Principalmente se você tem um netbook equipado com um processador Intel Atom, como o MSI Wind, O LG X10, o CCE Win 10, o Acer Aspire One, o Mobo White e afins.

Emuladores de consoles mais antigos, como MegaDrive, SNES e até o primeiro PlayStation, rodam sem problemas nestes micros. A falta de um drive de CD para ler os discos de PlayStation, por exemplo, pode ser superada com um drive externo, ou convertendo seus CDs originais em imagens ISO, arquivos contendo todo o conteúdo do CD. Com no máximo 700 MB por jogo, dá para colocar vários deles em um pendrive de 2 GB.

Mas as máquinas também rodam games mais modernos. Age of Empires 2, Comand and Conquer 3, FIFA 2008, GTA San Andreas/Vice City, vários jogos da série Need for Speed, Rayman Raving Rabbids e quase toda a série Quake (com exceção de Quake 4) fazem parte de uma lista de jogos para Windows que funcionam no MSI Wind (e similares) no wiki do MSIWind.net. Não usa Windows? Há uma lista, menor, com jogos para Linux que também funcionam.

O site tem até instruções para “hackear” alguns jogos mais modernos, como Guitar Hero III, e convencê-los a rodar nos portáteis. O mais legal é que a lista não vale só para netbooks, mas também para praticamente qualquer notebook ou desktop que tenha gráficos integrados

E antes de encerrar, uma dica: se você gosta de jogos mais antigos, e era fã do MegaDrive, dê uma olhada em “Streets of Rage Remake“, uma espécie de remix/continuação de uma das séries de luta mais famosas do console, que roda bem em quase qualquer micro, mesmo netbooks. Com novos personagens, golpes, fases com múltiplos caminhos e músicas, o jogo pega o que já era bom e deixa tudo muito mais divertido. Horas de pancadaria (e satisfação com os gritos de seus inimigos) garantidas.

No desktop ou netbook, a pancadaria corre solta

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11/11/2008 - 14:45

Clonando o Windows

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Ame-o ou não, o Windows completou 25 anos ontem, dia 10 de novembro. 25 anos de “anúncio”, veja bem, porque junto com o sistema nasceu a tradição da Microsoft de furar datas de lançamento: o produto só chegou às lojas dois anos depois, em novembro de 1985. Curiosamente era a versão 1.01, o que iniciou também outra tradição: lançar correções para um produto simultâneamente com sua chegada às lojas. Neste caso, a correção já veio embutida :)

Mas você sabiam que existe um outro “Windows”, que não é desenvolvido pela Microsoft, tem seu código-fonte aberto (ou seja, é “Open Source”) e é gratuito? Claro, por motivos legais ele não pode se chamar Windows já que o nome é marca registrada da Microsoft. Seu nome, portanto, é ReactOS.

A idéia do projeto é criar um sistema operacional baseado na mesma arquitetura do Windows NT (que é a base para o Windows XP), com compatibilidade com os aplicativos e drivers já existentes. O sistema ainda está em desenvolvimento, mas já roda aplicativos como o Firefox e OpenOffice.org, por exemplo, e até mesmo alguns games como a primeira versão de Unreal Tournament, embora a compatibilidade no geral ainda seja limitada. O site tem um “guia de compatibilidade” que lista os aplicativos testados pelos usuários e dá notas (de 1 a 5) de acordo com o quão bem eles rodam.

O ReactOS ainda está na versão 0.3.7, um alpha, ou seja, com recursos incompletos e não pronto para uso no dia-a-dia. No site, é possível baixar um LiveCD (para rodar o sistema direto de um CD sem instalar nada no micro), CD de instalação (para instalar o ReactOS no PC), e imagens para rodar o sistema em uma máquina virtual (como o VMWare ou QEMU) dentro do Windows, Mac OS ou Linux, além do código fonte. Se você gosta de experimentar novidades, é um prato cheio!

ReactOS 0.3.0

E pra completar: quer ver “fotos” de todas as versões do Windows, desde a 1.01 até o Vista? Então corra para o site GUIdebook – Graphical User Interface Gallery. Além de imagens do sistema da Microsoft, você vai encontrar screenshots de praticamente todos os outros sistemas e interfaces gráficas já lançados, do OS/2 ao Mac OS X. Imperdível para quem aprecia a história da informática.

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