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Arquivo da Categoria evento

22/10/2009 - 15:56

Samsung mostra nova linha de celulares

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A Samsung apresentou na manhã desta quinta-feira uma nova linha de telefones celulares, com modelos em todas as categorias, para os mais variados tipos de usuários. Uma das principais atrações foi o Pixon 12, equipado com uma poderosa câmera digital de 12 MP, a maior resolução entre os celulares com câmera disponíveis no Brasil.

O aparelho é baseado no mesmo processador de 800 Mhz do Samsung Jét, que garante o desempenho. Tem lente grande-angular de 28mm acompanhada por Flash Xenon, grava vídeos com resolução de DVD (720 x 480 pixels) e tem tela AMOLED (com melhor cor e contraste em relação às telas LCD convencionais) de 3.1 polegadas sensível ao toque. A interface é a TouchWiz, a mesma usada em outros modelos da Samsung como o Star, o Jét e o Omnia. Vem em kit que acompanha capa de couro, fones de ouvido e cartão microSD de 8 GB, com preço sugerido de R$ 1.899

Smartphones para todos os gostos

A linha de smartphones é composta por quatro modelos. Dois deles (Galaxy e Galaxy Lite) são baseados no sistema operacional Android, do Google. Os outros dois, o Omnia II e Omnia Pro, rodam o Windows Mobile.

O Galaxy já havia sido anunciado em setembro, mas o Galaxy Lite é novidade. Com um novo design mais atraente, com detalhes em vermelho, ele troca a câmera de 5MP com flash e auto-foco e os 8 GB de memória interna do seu irmão mais velho por uma câmera de 3MP sem flash e foco fixo e 200 MB de memória interna, expansível com cartões microSD.

Em compensação, ganha no processador mais veloz, de 800 MHz contra os 567 MHz do Galaxy. No resto ambos são idênticos, equipados com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas, Wi-Fi, Bluetooth e 3G, e rodam o sistema operacional Android 1.5 com a interface original do Google. O Samsung Galaxy já está nas lojas, com preço sugerido de R$ 1.799, e o Galaxy Lite chega em Novembro, com preço sugerido de R$ 999.

O mundo Windows Mobile é representado pelo Omnia II, um “Windows Phone” com tela sensível ao toque de 3.7 polegadas, câmera de 5 MP, Bluetooth, Wi-Fi, GPS e 8 GB de memória interna, rodando o Windows Mobile 6.5. Já o Omnia Pro é bem diferente de seus irmãos, e é o primeiro modelo da família Omnia com teclado QWERTY integrado, e tem a aparência de um BlackBerry ou Nokia ESeries, com o teclado logo abaixo da tela. Tem câmera de 3.2 MP, tela de 2.4 polegadas, memória expansível com cartões microSD (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Tem Wi-Fi e Bluetooth, mas não tem GPS, e roda o Windows Mobile 6.1. Os preços sugeridos pelo fabricante são de R$ 1.599 pelo Omnia II, e R$ 799 pelo Omnia Pro.

Bateria solar

O Solar e o Blue Earth são os dois modelos da Samsung no segmento de aparelhos com bateria recarregável usando energia solar. O Solar é um modelo básico, mas o Blue Earth é bem mais interessante, com uma tela sensível ao toque de 3 polegadas, câmera de 3 MP, GPS, compatibilidade com redes 3G e Wi-Fi, com a mesma interface gráfica “TouchWiz” de aparelhos como o Jet e o Star. O aparelho também tem alguns aplicativos “ecológicos”, como um pedômetro que, nas palavras da Samsung, “incentiva o usuário a andar e mostra o quanto a emissão de CO2 é reduzida ao não usar os meios de transporte convencionais”.

A recarga da bateria é simples: na traseira do aparelho há um painel solar. Cada 1 hora sob a luz do sol rende energia suficiente para deixar o aparelho por duas horas em “stand-by”, ou para 15 minutos de conversação. Usando apenas a luz do sol é possível recarregar a bateria interna a até 75% de sua capacidade, ou seja, a energia solar é um complemento, não um substituto, para um carregador de tomada. O Blue Earth tem preço sugerido de R$ 949

Mensageiros de bolso

O Samsung Scrappy, celular com teclado QWERTY voltado para o público jovem e louco por mensagens, ganhou dois irmãos. O Scrappy 2 tem uma tela maior (2 polegadas), câmera melhor (2 MP) e memória expansível com cartões microSD de até 8 GB (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Vem com software que permite conexão a diversas redes sociais, incluindo Facebook e MySpace, e sistemas de mensagens instantâneas como o MSN e Google Talk. O teclado numérico é estranho, disposto em uma “faixa” ao lado do monitor, e o teclado QWERTY (deslizante como no modelo anterior) parece bastante confortável. Deve custar R$ 499

Já o Scrappy Touch, como o nome diz, tem além do teclado QWERTY uma tela sensível ao toque e no geral recursos similares aos do Scrappy 2, com algumas pequenas mudanças como a capacidade de fazer fotos panorâmicas. Também vem em kit com cabo de dados, fones de ouvido e cartão de memória de 1 GB, por R$ 549,00

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21/10/2009 - 15:31

Microsoft lança Windows 7 em SP

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A Microsoft anunciou nesta tarde de quarta-feira em São Paulo o lançamento do Windows 7. Após três anos de desenvolvimento, e de ser testado por 8 milhões de usuários em 113 países, o sistema chega às lojas a partir da meia-noite, em 4 mil pontos de venda em todo o país.

Segundo Darren Huston, vice-presidente corporativo de produtos online e para o consumidor da Microsoft, um dos pontos mais importantes no Windows 7 foi que a empresa ouviu as sugestões dos usuários. “Deixem as coisas mais simples”, “quero um PC que não falhe” e “quero fazer mais coisas com meu PC, mas elas precisam ser mais fáceis” foram alguns dos pedidos, o que levou a Microsoft a focar na experiência do usuário e definir o slogan do sistema como “Incrivelmente simples”.

Leia no iG Tecnologia
» Veja o que há de novo no Windows 7
» Tire suas dúvidas sobre o Windows 7
» Análise: Com 7, Microsoft simplifica o Windows

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10 Máquinas com o Windows 7 pré-instalado

Mas o Windows 7 também é o “melhor sistema operacional para negócios”, diz o executivo, graças a mudanças como tempo de boot mais rápido, busca universal em documentos espalhados por todo o PC, conexão mais fácil a hotspots e melhor criptografia de dados.

O sistema também possibilita a adoção de novas tecnologias, como telas multi-toque e notebooks incrivelmente finos, equipados com discos de estado sólido e baixíssimo consumo de energia, que levarão a novos formatos para os PCs do dia-a-dia.

Versões e preço

Dentre as versões do Windows que chegarão às lojas, a mais barata é a Home Basic, a ser comercializada por R$ 329, e indicada para PCs de mercados emergentes com acesso à internet e recursos básicos de produtividade. A versão Home Premium é indicada pela Microsoft como padrão para o consumidor final com novo hardware e maiores recursos de conectividade. Será vendida por R$ 399.

Com foco em pequenas e médias empresas, o Windows 7 Professional traz mais recursos de conectividade e ferramentas de segurança e backup, e vai custar R$ 629. Traz ferramentas como criptografia de disco, acesso remoto ao desktop e o “Modo Windows XP”, que resolve problemas com programas incompatíveis com o Windows 7 rodando-os dentro de um “Windows XP Virtual”.

A versão mais cara do 7 é a Ultimate, que sairá por R$ 669, voltada a entusiastas de tecnologia e engloba todos os recursos de todas as outras versões do sistema operacional. Usuário do Windows 7 Professional e Windows 7 Home Premium poderão fazer um “upgrade” para a versão Ultimate usando o sistema “Windows Anytime Upgrade”.

Ênfase no original

O Windows 7 tem novos mecanismos de validação e ativação, projetados para verificar a autenticidade do sistema operacional e impedir o uso e disseminação de cópias piratas. Entre eles, novos mecanismos para impedir o uso de chaves de ativação vindas de contratos de licença em grande volume e de “cracks” que burlem o sistema de ativação.

Quem tem o Windows original tem vantagens, como o acesso gratuito ao Microsoft Security Essentials, um conjunto de ferramentas de segurança, que inclui anti-vírus e anti-spyware.

O Windows 7 estará disponível em quatro mil pontos de venda em todo o Brasil, a partir das 00:00 de 22 de Outubro. Além da versão avulsa, o sistema também será comercializado em PCs de diversos fabricantes. Segundo Osvaldo Barbosa, da Microsoft, já há 148 modelos no mercado nacional certificados para rodar o novo sistema.

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14/10/2009 - 16:39

Celular ZTE pode ser recarregado com energia solar

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Não existe nada mais irritante que ficar sem celular no meio do dia porque a bateria “morreu”, e bem na hora daquela chamada importante! Ou melhor, existe sim: não poder recarregá-la porque não há uma tomada por perto, ou porque você esqueceu o carregador em casa. O S312, da ZTE, promete resolver este incômodo da vida moderna de uma forma ecologicamente correta: energia solar.

O aparelho tem um painel solar na traseira, capaz de recarregar a bateria quando exposto ao sol por um período entre uma ou duas horas. Com uma carga completa, ele tem autonomia de bateria de seis horas em conversação, ou 180 horas em espera. Tecnologicamente o S312 é um modelo bastante simples, não espere Wi-Fi, 3G ou Media Player (mas ele tem Rádio FM). Mas quem precisa destes recursos não é o público alvo deste aparelho.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a holandesa Intivation, e o aparelho foi projetado para atender a um publico de baixa renda ou que não tem acesso confiável à energia elétrica, estimado em 1.6 bilhão de pessoas (das quais 640 milhões moram em regiões cobertas por uma rede de telefonia celular GSM), mundialmente. Segundo Eliandro Ávila, presidente da ZTE no Brasil, a empresa espera comercializar 50 mil unidades do modelo a partir do início do próximo ano, quando ele chega ao varejo. O preço estimado do aparelho, sem subsídios das operadoras, seria de R$ 199.

E já que Android é um tema comum entre os fabricantes nesta edição da Futurecom, a ZTE não fica de fora: promete trazer seu Android para o Brasil no ano que vem, mas sem dar mais detalhes.


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22/09/2009 - 12:56

Positivo renova linha de netbooks e lança notebook ultrafino

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A Positivo Informática anunciou nesta manhã novos modelos em sua família de netbooks Mobo. O Mobo Black, com um elegante acabamento em Black Piano, chega em quatro configurações, todas elas baseadas em um processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz, com webcam e microfone integrados e bateria de três células.

O modelo de entrada é o Mobo Black 3010, com 1 GB de RAM e 160 GB de espaço em disco, por R$ 999. A versão com Windows, na mesma configuração, se chama Mobo Black 3020 e tem preço de R$ 1.099. Por fim os Mobo Black 3060 e 3070 tem configuração praticamente idêntica, com 2 GB de RAM, HD de 320 GB e duas baterias inclusas na embalagem: uma de três células e uma de seis células. Ambos rodam o Windows 7 Starter, mas o Mobo Black 3070 tem modem 3G embutido. Preços para estes dois modelos ainda não foram divulgados.

Outro destaque é o Mobo Red, um netbook ultrafino com design muito elegante e acabamento em vermelho com interior em branco. Tem processador Atom de 1.6 GHz, 2 GB de RAM, 120 GB de espaço em disco e webcam com microfone integrada, mas não tem modem 3G. O sistema operacional é o Windows 7 Starter. Por causa da espessura reduzida há poucas portas integradas ao corpo da máquina: duas USB na traseira e uma saída de fones de ouvido. Saída de monitor e rede cabeada (Ethernet) ficam por conta de um replicador de portas, incluso na embalagem. O preço sugerido é de R$ 1.499. Vejam um vídeo deste modelo:

A Positivo também anunciou o Positivo Platinum, uma máquina ultra-fina com apenas 2,2 cm de espessura e tela de 13,3 polegadas. É baseado em um processador Intel Core 2 Solo de 1.4 GHz, com 3 GB de RAM e HD de 120 GB, e roda o Windows 7 Premium. Por causa da espessura, não tem drive óptico integrado. O preço sugerido é de R$ 3.799

As novas máquinas estarão nas lojas no dia 22 de Outubro, para coincidir com o lançamento mundial do Windows 7.

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17/09/2009 - 10:32

HTC Magic chega ao Brasil

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HTC MagicDemorou, mas finalmente o primeiro smartphone equipado com o sistema operacional Android, do Google, está chegando ao Brasil. O HTC Magic é um smartphone GSM/3G com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas, câmera de 3.1 MP, memória expansível com cartões microSD, Wi-Fi (802.11 b/g) e GPS.

Ao contrário de seu antecessor, o HTC G1 (que não saiu no Brasil) e de outros aparelhos Android como o recém anunciado Motorola CLIQ, ele não tem um teclado QWERTY integrado. A digitação de texto é feita através de um teclado virtual. O GPS é acompanhado de uma bússola digital, recurso útil que permite orientar mapas (como no Google Maps) na direção em que o usuário está olhando. O processador Qualcomm de 528 MHz garante o desempenho.

O Magic brasileiro tem a interface gráfica Sense (ausente no modelo disponível no exterior), desenvolvida pela própria HTC, que facilita o uso do aparelho e tem com base conceitos como Make it Mine (Personalização), Stay Close (proximidade através da comunicação) e Discover the Unexpected (descobrir novas oportunidades de entretenimento).

É possível criar “perfis” de interface, que podem ser associados a diferentes momentos de sua vida. Por exemplo, um perfil com a agenda do trabalho na tela principal para usar durante a semana, e um com a previsão do tempo e um media player para o fim de semana. Usando o GPS integrado, o Magic é capaz de se adaptar ao local onde está: a previsão do tempo e relógio, por exemplo, se ajustam automaticamente.

A integração com redes sociais também é um destaque, mostrando na lista de contatos, por exemplo, as últimas mensagens de seus amigos no Facebook, atividade mais recente no Flickr e eventos (como aniversários), além de nome e telefone. Tal integração pode ser global, ou definida por contato. Outro exemplo é a integração do álbum de fotos do aparelho com serviços online como o Flickr ou Picasa.

Falando em imagens, um conceito interessante são os “footprints” (pegadas), imagens combinadas a informações do GPS e descrições do usuário, que o ajudam a se lembrar de uma experiência agradável. Por exemplo, se o usuário criar um “footprint” da Torre Eiffel, em Paris, sempre que voltar à cidade será lembrado daquele momento.

O navegador tem suporte a gestos (como “pinçar” para zoom, deslizar os dedos para rolar a página) e suporte a animações e vídeos em Flash, tecnologia cada vez mais comum na web e ausente em aparelhos como o iPhone, da Apple.

Segundo a HTC, o Magic chega às lojas do país na segunda semana de outubro, em todas as principais operadoras e no varejo. O preço não foi divulgado (apesar da insistência dos jornalistas presentes ao evento de lançamento).

No exterior a HTC comercializa quatro aparelhos Android: o HTC G1 (o primeiro modelo a chegar ao mercado), Magic (também chamado de “G2”), Hero e o recém anunciado Tattoo, um modelo de baixo custo. Não há previsão para a chegada destes outros modelos ao Brasil.

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27/08/2009 - 17:54

Co-fundador do YouTube se encontra com usuários em SP

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Chad Hurley, o co-fundador do YouTube, fez uma rápida passagem pelo escritório do Google em SP nesta quinta-feira. Mas em vez de falar sobre seu site e planos para o futuro, ele inverteu os papéis e se sentou para ouvir de alguns “super-usuários” brasileiros, os que tem o maior número de vídeos publicados ou de visitas, como eles usam o serviço e o que gostariam de ver no futuro.

Gente como DJJabar, que usa as trilhas de áudio dos clipes no site como “samples” para fazer mixagens em tempo real e a equipe da JustTV, uma “emissora” que opera online, entre muitos outros.

Hurley ouviu pedidos como a criação de uma ferramenta dedicada para o upload de vídeos longos, 1 GB ou mais, que permita continuar o envio de um video do ponto onde foi interrompido por uma queda de conexão ou energia, por exemplo. Embora tal tarefa seja fácil e rápida nos EUA, onde as conexões de banda larga predominam, no Brasil pode levar mais de seis horas, e uma interrupção repentina pode causar a perda de ainda mais tempo.

Segundo o executivo um dos projetos em andamento no YouTube, de codinome “Viper”, pode ajudar a resolver alguns dos problemas apontados, já que tem como objetivo deixar o site mais ágil. Um dos novos recursos seria uma função de encoding (conversão do arquivo) simultâneamente ao upload, eliminando ou ao menos reduzindo drasticamente o tempo de espera entre um vídeo “subir” e quando ele efetivamente “entra no ar”.

Infelizmente, o tempo reservado para o encontro (que durou pouco mais de 40 minutos) foi insuficiente para que todos os presentes pudessem se apresentar e compartilhar suas histórias e sugestões. Chad Hurley veio ao Brasil para um debate no Digital Age 2.0, evento que aconteceu entre os dias 26 e 27 de Agosto em São Paulo, reunindo especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente e nos planejamentos de mídia e conteúdo.

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27/08/2009 - 12:03

Cadê o clique?

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Medir a eficiência de uma campanha online apenas pelo número de cliques é um grande erro. Esta é a opinião de Gian Fulgoni, chairman e fundador da comScore, em sua palestra durante o Digital Age 2.0. A conclusão é resultado de um estudo conduzido por sua empresa com 2 milhões de usuários, metade deles nos EUA e o restante em vários países, inclusive o Brasil.

A percentagem média de cliques em uma campanha online nos EUA é de apenas 0.1%. Olhando apenas para este número, seria fácil chegar à conclusão de que a publicidade online não dá retorno, o que não é verdade. Segundo Gian, o clique é usado como parâmetro porque pode ser medido facilmente, mas “nem tudo o que pode ser medido é relevante”.

Portanto a empresa decidiu medir a eficácia dos anúncios, sua capacidade de influenciar o comportamento do consumidor mesmo com clicagem baixa ou nenhuma. Cruzando informações dos participantes (como nomes e endereços) com bancos de dados disponíveis, como cartões de crédito e de fidelidade de redes varejistas, a comScore pode medir esta eficácia tanto no comportamento online quanto no comportamento offline do usuário.

Os resultados são muito mais impressionantes: em comparação a um grupo de controle, que não viu anúncios, usuários que viram “display ads” (como banners) tinham tendência em média 50% maior a visitar o site da marca até 4 semanas após a exibição da peça. O maior impacto foi na indústria automobilística, onde o aumento de tráfego foi de 114%, e o menor na indústria do turismo, com 21%

Na medição do impacto nas vendas, os usuários que viram os anúncios gastaram 27% mais online e 17% mais offline. Neste total, Display Ads sozinhos geraram um aumento de 16%, mas os Search Ads, mostrados quando o usuário busca por um termo específico, geraram um aumento de 82%. Isto é fácil de se explicar, já que os Search Ads tendem a “fisgar” o usuário que já tomou uma decisão de compra, e busca definir um produto entre várias opções.

Fulgoni resume a mensagem de uma forma simples: ao longo de um ano, uma campanha de TV tem o potencial de gerar um aumento de vendas de 8% em média. Uma campanha online tem um potencial de 9%, com um custo muito menor, mesmo sem “cliques”. Para quem planeja uma campanha online, Gian dá as dicas: esqueça o clique, e foque suas métricas em mudanças de comportamento do consumidor ou vendas ao longo do tempo. Invista em branding online, que pode ser bastante eficiente. Use métricas de alcance e frequência na hora de planejar uma campanha. E não subestime a importância da criatividade.

Sobre o Digital Age 2.0

O Digital Age 2.0 é uma conferência que tem o objetivo de reunir especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente, nos planejamentos de mídia e conteúdo, no perfil e necessidades dos anunciantes, nas estratégias de marketing e na forma como a comunicação corporativa se dá internamente e externamente à empresa.

A primeira edição do Digital Age 2.0 foi realizada em agosto de 2007, com o tema “O Impacto da Web 2.0”, e reuniu cerca de 400 participantes, 21 palestrantes nacionais e internacionais e quase trinta jornalistas. Em 2008, o evento atraiu profissionais de marketing e tecnologia de mais de 230 empresas, sendo que 59% dos participantes eram os principais executivos de suas empresas. O evento contou também com a cobertura de 23 jornalistas e 18 blogueiros. O tema do Digital Age 2.0 em 2008 foi “Expandindo as Fronteiras da Internet”.

O evento é realizado pelo Now!Digital Business, e acontece entre os dias 26 e 27 de Agosto de 2009 em São Paulo. Mais informações estão disponiveis no site oficial, em www.digitalage20.com.br/2009/

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27/08/2009 - 10:45

Cinco tendências nas quais ficar de olho

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Steve Rubel, vice-presidente e diretor de “insights” da agência Edelman Digital, iniciou (via Skype) as apresentações no segundo dia do Digital Age 2.0 falando sobre as cinco tendências do mundo da tecnologia que podem mudar o marketing e a forma como as empresas se comunicam e se conectam com seus consumidores.

Em resumo, ter apenas uma presença online (como um site) não é mais o suficiente. É necessário ouvir o que seus consumidores tem a dizer, reagir rapidamente a seus problemas e sugestões, estabelecer uma presença (ou “embaixadas”) nas redes e comunidades onde eles se concentram, valorizar funcionários que possam agir como “porta-vozes” de sua marca, posicionar seu conteúdo de forma relevante, já que o público está cada vez mais seletivo quanto ao que consome, e moldar resultados de busca para que promovam seus ideais.

Rubel apresentou vários exemplos de como empresas estão utilizando estas tendências a seu favor. A Comcast, um provedor de internet e TV a cabo nos EUA, usa uma conta no Twitter para ouvir os problemas de seus clientes e resolvê-los rapidamente. A rede varejista BestBuy criou um “widget” que ajuda os usuários a planejar a compra de seu próximo computador, colocando sua marca diretamente no desktop de milhares de clientes em potencial. E empresas como a Intel agem como “curadoras” de conteúdo, criando agregadores de posts e “tweets” sobre eventos como a CES, facilitando o acesso dos internautas a esta informação ao mesmo tempo em que divulgam sua marca.

De acordo com o executivo a mídia está sofrendo um “reflorestamento” à medida que migra para o mundo digital. Jornais impressos estão morrendo ou migrando para a web, livros estão se tornando eletrônicos e os grandes nomes da mídia perdem força junto aos consumidores ante blogs especializados e recomendações de amigos. Neste cenário, as empresas precisam analisar constantemente este panorama e repensar na forma como medem e avaliam os resultados de seus esforços de comunicação.

Sobre o Digital Age 2.0

O Digital Age 2.0 é uma conferência que tem o objetivo de reunir especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente, nos planejamentos de mídia e conteúdo, no perfil e necessidades dos anunciantes, nas estratégias de marketing e na forma como a comunicação corporativa se dá internamente e externamente à empresa.

A primeira edição do Digital Age 2.0 foi realizada em agosto de 2007, com o tema “O Impacto da Web 2.0”, e reuniu cerca de 400 participantes, 21 palestrantes nacionais e internacionais e quase trinta jornalistas. Em 2008, o evento atraiu profissionais de marketing e tecnologia de mais de 230 empresas, sendo que 59% dos participantes eram os principais executivos de suas empresas. O evento contou também com a cobertura de 23 jornalistas e 18 blogueiros. O tema do Digital Age 2.0 em 2008 foi “Expandindo as Fronteiras da Internet”.

O evento é realizado pelo Now!Digital Business, e acontece entre os dias 26 e 27 de Agosto de 2009 em São Paulo. Mais informações estão disponiveis no site oficial, em www.digitalage20.com.br/2009/

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26/08/2009 - 18:21

O presente, e o futuro, do YouTube

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Chad Hurley, um dos co-fundadores do YouTube, encerrou o primeiro dia de palestras no Digital Age 2.0 com um “bate-papo” com o público no palco, moderado por Silvia Bassi e Ralph Manzoni Jr, ambos do Now!Digital Business.

Em sua primeira visita ao Brasil, Hurley começou compartilhando suas impressões iniciais sobre São Paulo: “A comida é boa, mas todo mundo que eu encontro me diz que eu tenho que conhecer o Rio. Acho que vou ter que fazer uma segunda viagem”, brinca.

Chad se esquiva habilmente das inevitáveis questões envolvendo cifras. Reforça que a estratégia atual (e futura) do YouTube para obter lucro é com anúncios vinculados ao conteúdo, usando para isso a plataforma de anúncios do “pai” Google.

A possibilidade do compartilhamento desta renda é um dos chamarizes para atrair os criadores de conteúdo, sejam produtoras independentes, estúdios de cinema e gravadoras ou simples usuários comuns que de repente se vêem com o mais novo hit da web nas mãos. Para este público, especialmente, o YouTube anunciou recentemente uma mudança em sua política de parcerias que permite que elas sejam estabelecidas “por vídeo”, alcançando assim um número maior de usuários.

A questão do copyright, claro, e as reações de seus detentores ao descobrir que seu material está sendo compartilhado “ilegalmente” na rede não poderia ficar de forma. O site tem termos de serviço que estabelecem de forma clara o que pode e o que não pode ser colocado online, e uma equipe de funcionários que assiste vídeos em busca de possíveis violações.

Eventualmente um pedido para retirar um vídeo do ar é recebido, e depois de analisado a equipe decide o que fazer. Segundo Chad, há uma certa “esquizofrenia” em algumas empresas. “Já aconteceu de um departamento jurídico pedir para tirarmos um vídeo do ar, e uma hora depois o marketing da mesma empresa ligar perguntando o que tinha acontecido com ele”, diz.

Felizmente, diz Hurley, a maioria dos detentores dos direitos autorais vê o YouTube com um aliado, e não como um inimigo. Há bandas, por exemplo, que planejaram suas turnês baseadas na popularidade de seus vídeos em cada cidade. E criadores de conteúdo como gravadoras podem se aproveitar do sistema de compartilhamento de renda para, por exemplo, colocar um anúncio para o novo CD de um artista em todo clipe que contiver uma música dele, transformando uma “perda” em lucro.

Quando perguntado sobre como imagina seu site daqui a 10 anos, Chad hesita: “Puxa, nós nem existíamos 5 aos atrás”. Mas logo pensa em algumas possibilidades, como a transmissão de filmes e conteúdo de “longa duração”, streaming em alta definição, o estabelecimento de uma plataforma homogênea para a distribuição de vídeo, não importa o horário, local ou dispositivo usado (como já começa a acontecer com clientes YouTube em smartphones e TVs).

Ele também imagina uma experiência do usuário “refinada”, com foco num melhor sistema de recomendação de vídeos, baseado em tendências, notas dadas a cada clipe e preferências pessoais. Isto responderia a uma pergunta que Eric Schmidt, CEO do Google (e muitos outros usuários pelo mundo), faz frequentemente: “O que eu deveria assistir no YouTube?”

Tecnologias como o streaming de vídeo em tempo real (LiveStreaming) e a eliminação do limite de 10 minutos de duração por clipe parecem não estar no radar. “LiveStreaming só faz sentido para eventos em grande escala, ou corre o risco de virar um canal de bate-papo. E preferimos lidar com o limite de 10 minutos através de nosso sistema de parcerias com os criadores de conteúdo. Eliminar este limite para todos os usuários é possível, mas ainda não está nos planos”.

Por fim, Chad Hurley compartilhou suas dicas para sucesso garantido no YouTube: “Decotes sempre funcionam”, brinca. “Capturem um momento único, um fato inusitado, façam um tutorial ou vídeo instrutivo. Sejam criativos”, diz o executivo.

Sobre o Digital Age 2.0

O Digital Age 2.0 é uma conferência que tem o objetivo de reunir especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente, nos planejamentos de mídia e conteúdo, no perfil e necessidades dos anunciantes, nas estratégias de marketing e na forma como a comunicação corporativa se dá internamente e externamente à empresa.

A primeira edição do Digital Age 2.0 foi realizada em agosto de 2007, com o tema “O Impacto da Web 2.0”, e reuniu cerca de 400 participantes, 21 palestrantes nacionais e internacionais e quase trinta jornalistas. Em 2008, o evento atraiu profissionais de marketing e tecnologia de mais de 230 empresas, sendo que 59% dos participantes eram os principais executivos de suas empresas. O evento contou também com a cobertura de 23 jornalistas e 18 blogueiros. O tema do Digital Age 2.0 em 2008 foi “Expandindo as Fronteiras da Internet”.

O evento é realizado pelo Now!Digital Business, e acontece entre os dias 26 e 27 de Agosto de 2009 em São Paulo. Mais informações estão disponiveis no site oficial, em www.digitalage20.com.br/2009/

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26/08/2009 - 12:10

David Moore: “O futuro da publicidade online será brilhante”

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Durante a primeira manhã do Digital Age 2.0 David Moore, fundador da 24/7 Real Media, apresentou um rápido panorama do estado da indústria de publicidade online, bem como indicou alguns dos desafios que ela enfrenta.

Segundo Moore, há uma mudança na forma como os anunciantes enxergam o mercado, com uma mudança de foco para o curto prazo, e uma preocupação em “fisgar” o usuário já em processo de uma decisão de compra, em vez de construir “consciência da marca” (brand awareness) para influenciar uma decisão futura.

As redes sociais não devem ser ignoradas: diariamente são gastos o equivalente a 5 milhões de minutos online no Facebook em todo o mundo. 3 milhões de mensagens são postadas no Twitter todo dia, e 30 horas de vídeo são publicados no YouTube a cada minuto.

Para atingir este público as “Ad Networks”, redes especializadas na comercialização de anúncios, serão cada vez mais importantes, ajudando a posicionar peças públicitárias junto a conteúdo “premium” ou relevante para os usuários, aumentando sua eficiência, diz Moore.

Neste segmento das redes sociais, vídeos virais também são uma opção atraente: produções “cool” que, embora possam ter um custo de produção um pouco mais alto, tem potencial para se espalhar como “fogo em palha” pela internet caso chamem a atenção dos usuários. Mas é necessário cuidado com os “falsos virais”, anúncios disfarçados de conteúdo gerado espontâneamente pelos usuários, que podem sair pela culatra e repercutir negativamente para a marca.

Para David, as próximas fronteiras da publicidade online são os dispositivos móveis e como se comunicar com os jovens, duas questões intimamente relacionadas: quando perguntados se prefeririam abrir mão do computador ou do celular ou smartphone, a maioria dos jovens prefere abrir mão do computador. Seu comportamento perante a publicidade também é diferente: eles tendem a prestar mais atenção em peças ligadas a ídolos e personalidades favoritas, não clicam em banners online (por medo de malware) e dão muito valor à publicidade “boca-a-boca”.

“Os últimos 20 anos trouxeram muitas mudanças para o mercado de publicidade”, diz David Moore, “mas não são nada frente ao que virá nos próximos 10 anos. O futuro será brilhante e interessante”.

Sobre o Digital Age 2.0

O Digital Age 2.0 é uma conferência que tem o objetivo de reunir especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente, nos planejamentos de mídia e conteúdo, no perfil e necessidades dos anunciantes, nas estratégias de marketing e na forma como a comunicação corporativa se dá internamente e externamente à empresa.

A primeira edição do Digital Age 2.0 foi realizada em agosto de 2007, com o tema “O Impacto da Web 2.0”, e reuniu cerca de 400 participantes, 21 palestrantes nacionais e internacionais e quase trinta jornalistas. Em 2008, o evento atraiu profissionais de marketing e tecnologia de mais de 230 empresas, sendo que 59% dos participantes eram os principais executivos de suas empresas. O evento contou também com a cobertura de 23 jornalistas e 18 blogueiros. O tema do Digital Age 2.0 em 2008 foi “Expandindo as Fronteiras da Internet”.

O evento é realizado pelo Now!Digital Business, e acontece entre os dias 26 e 27 de Agosto de 2009 em São Paulo. Mais informações estão disponiveis no site oficial, em www.digitalage20.com.br/2009/

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